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Maduro anuncia acordo com Programa Alimentar da ONU

7,9% da população da Venezuela sofre de insegurança alimentar grave

Pleno.News - 19/04/2021 16h58 | atualizado em 19/04/2021 17h24

Presidente da Venezuela Nicolás Maduro
“Parece que agora vamos chegar a bons acordos”, disse Maduro Foto: Reprodução

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou neste domingo (18) que assinará um acordo “do mais alto nível” com o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, em meio à grave crise que atravessa o país e que mantém milhões de cidadãos na extrema pobreza.

Maduro fez o anúncio após confirmar que o diretor executivo do programa da ONU, David Beasley, chegou hoje à Venezuela para cumprir uma visita de trabalho.

– Amanhã [segunda-feira], vamos nos encontrar. Temos uma comissão de trabalho redigindo documentos para um acordo do mais alto nível entre a República Bolivariana da Venezuela e o Programa Alimentar Mundial – disse Maduro.

O presidente da Venezuela não deu detalhes do acordo nem disse quando entrará em vigor, mas ressaltou que ele vai garantir a “segurança alimentar” dos venezuelanos.

– Parece que agora vamos chegar a bons acordos – acrescentou o Maduro, referindo-se às conversas que ele próprio relatou em meados de fevereiro que estava tendo com a organização.

O Programa Alimentar Mundial avaliou a segurança alimentar da Venezuela com um trabalho de campo realizado entre julho e setembro de 2019, a convite do governo de Maduro.

Em seguida, o programa constatou que “7,9% da população da Venezuela (cerca de 2,3 milhões) sofre de insegurança alimentar grave e outros 24,4% (cerca de 7 milhões) apresentam insegurança alimentar moderada”, segundo o relatório.

De acordo com esses dados, a agência da ONU estimou que uma em cada três pessoas na Venezuela (32,3%) “está em insegurança alimentar e precisa de assistência”.

Esse panorama levou no mês passado o líder da oposição Juan Guaidó, que vários países reconhecem como presidente legítimo do país, a exigir a entrada da ajuda do Programa Alimentar Mundial na Venezuela.

*EFE

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