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Presidente do partido criticou polarização entre Lula e Bolsonaro

Pierre Borges - 19/07/2021 17h48 | atualizado em 19/07/2021 18h02

Bruno Araujo, presidente do PSDB
Bruno Araújo, presidente do PSDB Foto: Divulgação/PSDB

Nesta segunda-feira (19), o presidente do PSDB, Bruno Araújo, disse que o partido pode não ter um candidato próprio nas eleições presidenciais de 2022 para apoiar a unidade em torno de um outro candidato que fizesse frente à Lula e a Bolsonaro.

– Ninguém pode querer um apoio sem ter disposição de apoiar. O PSDB está aberto, até o último momento nas convenções, de construir essa unidade no campo distante da polarização entre o presidente Bolsonaro e o ex-presidente Lula – disse Araújo em entrevista ao jornal O Globo.

Atualmente, quatro membros do partido disputam internamente pela candidatura à Presidência: João Doria, Eduardo Leite, Tasso Jereissati e Arthur Virgílio. O planejado é que uma eleição prévia ocorrerá em novembro para decidir o candidato a ser lançado pela legenda.

Embora tenha admitido a possibilidade de não lançar candidatura própria, Araújo parece estar confiante de que o método da “eleição prévia” dará certo e esquivou-se de responder sobre quem apoiaria num eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro. Perguntado diretamente sobre a questão, ele apostou na candidatura do próprio partido.

– O PSDB tem a convicção de que nós vamos fazer o processo de escolha mais democrático da história de um partido na América Latina, [bem como] que esse candidato vai reunir condições políticas e de viabilidade para construir uma aliança no campo fora dos polos que estão estabelecidos hoje, vai ao segundo turno e vai vencer a eleição para Presidência da República – declarou.

O tucano ainda afirmou que o partido não apoia o impeachment de Bolsonaro e preferiu isentar-se da discussão sobre o voto impresso auditável. Perguntado sobre o assunto, Bruno Araújo criticou a motivação da discussão e disse ser necessário admitir que não houve fraude nas eleições.

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