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Você assinaria uma procuração em branco para qualquer um?

É necessário analisar a trajetória política do candidato e seu comportamento na família e na sociedade

Marco Feliciano - 02/09/2022 12h40

novo modelo de urna
O 1º turno acontece no dia 2 de outubro Foto: Divulgação/TSE

Amigos, às vezes nos aparecem questões de grande complexidade; outras, de fácil compreensão; portanto, vivemos constantemente em conflitos de decisão, já repararam? Quero apresentar a todos uma elementar pergunta de alta importância: Você assinaria uma procuração em branco para alguém o representar em todas as esferas sociais, jurídicas, bancárias, financeiras e cartas de fiança? A resposta é uma só: “Claro que não”.

Façamos uma analogia, você, no próximo dia 2 de outubro, estará escolhendo os políticos que o representarão no poder Executivo federal e estadual, no Senado e na Câmara dos deputados. Isso quer dizer que estes representantes do povo tomarão posse embasados por uma procuração em branco concedida por eleitores que, após o sufrágio, lançarão para o futuro a possibilidade de correção. Ou seja, apenas depois de quatro anos de atuação política de nossos escolhidos uma mudança poderá ser realizada. Por isso, a responsabilidade é imensa, pois está em nossas mãos as decisões dos próximos eleitos durante longos períodos de mandato.

Nossas escolhas, neste momento, refletirão em todos os atos que exerçam influência nas políticas públicas abrangentes em todo país. Sendo assim, todo cuidado é pouco para não jogarmos nosso voto na lata do lixo.

Por isso, para escolher um candidato é necessário analisar sua trajetória política e seu comportamento na família, na sociedade. Também a sua coerência de princípios; se é a favor da vida desde a concepção, se é contra a liberalização das drogas, contra a ideologia de gênero que tenta contrariar a natureza humana alegando que crianças de 5 anos podem decidir sobre sua sexualidade.

Estamos há um mês das eleições; o tempo é curto! Dessa maneira, nossas escolhas devem estar em sintonia com nossas convicções religiosas e sociais pelo bem do país e das famílias.

Finalizo agradecendo a Deus por nos proporcionar discernimento para uma boa escolha. E pedindo que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo brasileiro.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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