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A CPI da Covid e o verdadeiro assalto aos cargos da comissão

Os cargos importantes da comissão foram entregues a inimigos declarados do governo

Marco Feliciano - 20/04/2021 18h40

Renan Calheiros (PMDB)
Renan Calheiros Foto: Agência Senado

Muito se fala ultimamente em Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), uma investigação conduzida pelo Poder Legislativo que transforma o Parlamento em comissão, com a finalidade de investigar condutas de pessoas públicas ou privadas em casos que tenham grande repercussão pública.

Como a função principal de uma CPI é investigativa, sua atividade se confunde com os órgãos jurisdicionais, podendo essa comissão até mesmo convocar pessoas para audiências. Logo, seus membros devem ser isentos e, de preferência, não ter ligações profissionais ou afetivas com os possíveis investigados.

Na recém instalada CPI da Covid, assistimos a um verdadeiro assalto aos cargos da comissão por parte de abutres da esquerda que nada mais fazem do que tentar desestabilizar o governo do presidente Jair Bolsonaro, eleito democraticamente pela maioria do povo que ainda o apoia, como tem sido confirmado pelas manifestações públicas de apoio por onde quer que o Presidente se apresente, em qualquer parte do país.

Senado Federal Foto: Agência Senado/Marcos Oliveira

Nesta CPI da Covid, os cargos importantes da comissão foram entregues a inimigos declarados do governo, que certamente não terão a isenção necessária a um julgamento justo. Desse modo, já antevejo uma chicana midiática, visando às eleições de 2022, as quais pesquisas sérias dão como ganhas pelo presidente Bolsonaro. Isso atiça o apetite das feras de Brasília.

Tenho o maior respeito pela instituição Comissão Parlamentar de Inquérito. Inclusive participei de várias. Mas não posso compactuar que se use ferramentas de interesse público coletivo em favor de grupos ideológicos que, por declarações já prestadas à imprensa, possuem um veredicto antecipado. Isso torna essa CPI um circo do absurdo, uma vitrine para ataques pessoais, além do acobertamento de parentes de membros da comissão que exercem governos estaduais e são suspeitos de malversação de verbas destinadas ao combate da Covid-19.

Finalizo pedindo a Deus que nos proteja de falsos paladinos da justiça e que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo povo ordeiro desse país.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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