Leia também:
X Bolsonaro dá recado a antigos presidentes: “Solto inocentes”

Brasil pode virar uma autocracia com Lula ou Bolsonaro, diz Moro

Para ex-juiz, país pode se tornar um regime autoritário

Thamirys Andrade - 25/04/2022 12h05 | atualizado em 25/04/2022 13h13

Ex-ministro Sergio Moro Foto: Câmara dos Deputados/Pablo Valadares

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro (União Brasil), declarou que o Brasil corre risco de “caminhar para uma direção errada” caso o presidente Jair Bolsonaro (PL) ou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vençam as eleições deste ano.

Ao analisar o cenário mundial diante da guerra entre a Rússia e Ucrânia, ele ponderou que o mundo pode se dividir entre democracias liberais e regimes autoritários. Para Moro, o Brasil pode ficar ao lado das autocracias.

– É por isso a importância de termos uma alternativa nas eleições de 2022, com alguém com credenciais democráticas, em que não há sombra de dúvida sobre o que quer fazer [respeitar as instituições democráticas liberais ou não] – assinalou, em entrevista ao portal UOL.

Uma pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira (25) apontou queda na diferença de intenção de voto entre Bolsonaro e Lula. O petista tem 41% das intenções de voto, e o chefe do Executivo tem 32%. Em março, a distância era de 14 pontos.

Na pesquisa espontânea, aquela em que os eleitores expressam sua preferência sem que seja apresentada antecipadamente uma lista de opções, a distância entre os dois primeiros colocados é ainda menor: o petista tem 36%, Bolsonaro, 30%.

Leia também1 Bolsonaro sobre desfile da Rosas de Ouro: "Apresentação ruim"
2 Mourão sobre Barroso: "Forças Armadas não são uma criança"
3 "Somos uma democracia em que há antidemocratas", diz Cármen
4 Barroso ordena que PF analise provas da CPI da Covid contra Bolsonaro
5 General Ramos responde fala de Barroso sobre Forças Armadas

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.