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OMS critica corrupção e desvio de verba no combate à Covid

"Estamos arriscando as vidas dos trabalhadores de saúde", declarou o diretor Tedros Adhanom Ghebreyesus

Rafael Ramos - 22/08/2020 15h34 | atualizado em 22/08/2020 15h58

Tedros Adhanom criticou corrupção na luta contra a Covid Foto: EFE/Salvatore di Nolfi

O diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus acredita que a pandemia do coronavírus chegue ao fim em menos de dois anos. Tedros afirmou que os avanços atuais da tecnologia podem permitir que o mundo acabe com o vírus em um tempo mais curto.

– Claro que com mais conectividade o vírus tem mais chances de se espalhar. Mas ao mesmo tempo nós também temos tecnologia para detê-lo e o conhecimento para isso.

Ele também criticou a corrupção ocorrida em relação aos estoques de equipamentos individuais de proteção. O diretor da OMS classificou atitudes assim como algo inaceitável.

– Se trabalhadores de saúde trabalham sem EPI, estamos arriscando as vidas deles. E isso também coloca em risco a vida daqueles a quem eles servem.

No Brasil, por exemplo, 640 mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra a corrupção envolvendo dinheiro público para o combate ao coronavírus. Pelo menos 46 pessoas suspeitas de envolvimento foram detidas. No Rio de Janeiro, por exemplo, o ex-secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, admitiu a existência de um esquema de corrupção em contratações da pasta e denunciou o envolvimento do governador Wilson Witzel no desvio de dinheiro público.

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