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Médico afirma: “De 161 pacientes com Covid, 125 já estavam vacinados”

Para o Imunologista Roberto Zeballos, o passaporte da vacina "não tem razão de ser"

Monique Mello - 23/09/2021 18h08

Dr. Roberto Zeballos

O imunologista Roberto Zeballos, defensor do tratamento precoce contra a Covid-19, publicou um vídeo em seu Instagram no qual relata seu posicionamento sobre a necessidade de vacinação contra a doença do novo coronavírus. Para ele, o imunizante dá uma falsa segurança, fazendo com que a pessoa afrouxe os cuidados e se torne um transmissor em potencial.

– O que me preocupa é que talvez por falta de atualização das autoridades sanitárias, eles valorizem o passaporte sanitário, uma vez que o passaporte não está protegendo nem contra a disseminação, e nem contra a infecção. O fato é: a vacina não está segurando a disseminação – disse.

O Dr. Zeballos afirma que em seu consultório, entre 01 a 21 de setembro, foram atendidas 161 pessoas com Covid-19, das quais 125 já estavam vacinadas.

– O que estou falando são fatos, quem quiser checar pode vir à clínica que a gente mostra – declarou.

O imunologista explica especificamente sobre a variante Delta.

– Essa cepa transmite muito, mas no Brasil está apresentando um comportamento pouco agressivo, talvez porque já vencemos a cepa grande de Manaus. O passaporte da vacina para a cepa Delta não tem razão de ser, pois se o objetivo é conter a epidemia, conter a distribuição do vírus, o efeito será o contrário. Vai começar a distribuir vírus. Isso já está acontecendo – relatou.

Zeballos conta que o ponto positivo é o número de internações, que segundo ele, está mais baixo.

– A boa notícia é que a grande maioria dos casos estamos tratando em casa, sem precisar internar. Internei dois pacientes, mas que ficaram por pouco tempo. Pode ser que as doenças entejam mais fracas por causa das vacinas, mas não vejo diferença entre vacinados e não vacinados.

Por fim, o especialista sugere que pessoas do grupo de risco, como obesos e pessoas acima dos 60 anos, se vacinem, mas salienta que os benefícios e os riscos devem ser avaliados. Já com relação a crianças e adolescente, ele desaprova veementemente.

– Crianças e adolescentes nem pensar, não acho que valha o risco. Os números são fatos, espero que as autoridades sanitárias observem essa mudança na cepa Delta – finalizou.

 

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