Topíssima: Camila Rodrigues fala sobre Sophia Alencar

Atriz que fez Os Dez Mandamentos vive a protagonista da novela da Record TV

Rafael Ramos - 16/05/2019 17h24

Camila Rodrigues é Sophia Alencar na novela Topíssima Foto: Record TV/Blad Meneghel/

Camila Rodrigues está de volta à tela da Record TV, a partir da próxima terça-feira (21), como Sophia, a protagonista de Topíssima. A novela marca o retorno da emissora às tramas contemporâneas. O texto é de Cristianne Fridmann e a direção é de Rudi Lagemann.

Na trama, que vai ao ar às 19h45, Sophia é uma mulher rica e empoderada à frente dos negócios da famílias. Mas, por uma obra do acaso, vai se apaixonar por Antonio Ramos, um taxista morador do Morro do Vidigal vivido por Felipe Cunha. Após quatro novelas bíblicas e uma trama individual, a atriz falou ao Pleno.News, durante a coletiva de imprensa da novela, sobre a ansiedade para que o público conheça sua nova heroína contemporânea.

Como está sendo encarar sua primeira protagonista e assumir essa retomada da Record às tramas atuais?
Ser protagonista faz a gente ter uma carga muito grande de trabalho, mas tenho um grupo maravilhoso que são todos os meus colegas, a direção, todos os coaches. Conto com um respaldo de pessoas ao redor que fazem com que isso seja menos doloroso. É muito gostoso, mas também é muito cansativo. Já tive essa experiência em Os Dez Mandamentos, mas está sendo maravilhoso agora em uma novela atual e mais leve. Consigo colocar muita coisa de mim no estudo do texto, que tem uma facilidade muito maior. Uma novela bíblica tem um peso, o texto é difícil e é uma coisa mais distante. Estava com saudade de fazer algo mais leve e estou muito feliz e realizada por esse projeto. Vi pouca coisa da novela e estou muito ansiosa já.

Por falar em Os Dez Mandamentos, você vem de personagens fortes em tramas bíblicas e também de uma novela medieval. Essas personagens e a Sophia teriam algo em comum?
Eu acho que a mulher sempre esteve presente nas minhas personagens na questão de não abaixar a cabeça para homem e de ir atrás do que quer. A Nefertari, de Os Dez Mandamentos, era o lado mau do Ramessés. Depois veio Belaventura onde fiz a princesa Carmona Montebelo e Luxemburgo. Ela era a filha mais velha e mais preparada para assumir o trono, mas não podia por ser mulher. Agora venho com a Sophia que é uma mulher totalmente empoderada, feminista, workaholic, inteligente, culta. Ela é uma mulher pra frente e todas elas têm essa pegada mais feminista.

Como foi seu laboratório para construção da personagem?
A Sophia está muito clara para mim. Somos muito parecidas. Essa personagem já era minha há um ano. Eu li vários capítulos e já tinha muita coisa na cabeça sobre ela. Então, a novela caiu, mas fiquei com a Sophia na cabeça o tempo inteiro. A Cristianne Fridmann é muito clara no que escreve e não tem como o ator colocar seu “pirlimpimpim”. Eu gosto de fazer comédia, é uma novela muito leve e consegui colocar muito da minha personalidade nela. Não foi um laboratório. Foi ler bastante com meu diretor e estou louca para descobrir mais dessa Sophia porque é diferente quando você vê na tela.

Sendo esse um ponto forte na trama, o que falta para a mulher manter seu espaço e conquistar outros mais na sociedade?
A mulher precisa continuar fazendo o que já faz que é lutar. Ela tem que seguir falando o que quiser falar e se colocar no seu lugar. É isso!

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