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Bella Falconi: “Meu maior alvo hoje em dia é buscar almas”

Evangélica, influencer digital fala sobre sua fé, família, fama e saúde

Rafael Ramos - 29/07/2020 14h28 | atualizado em 30/07/2020 16h06

Com mais de 4 milhões de seguidores no Instagram, a mineira Bella Falconi, de 35 anos, é uma das principais digitais influencers brasileiras na área de nutrição. Casada com o empresário Ricardo Maguila e mãe de duas meninas – Vicky e Stella – ela faz questão de identificar outras especialidades na bio da rede social: Pós-graduanda Teologia – Sola Gratia – Jesus.

Pastoreada por Jeremias Pereira e Hernandes Dias Lopes, Bella não tem medo de expressar sua fé nas redes sociais, principalmente no Twitter. Dedicada à leitura bíblica e a aprender mais sobre Deus, ela contou ao Pleno.News que essa sede e necessidade de preencher um vazio foram os principais motivadores para que ela decidisse seguir a Cristo.

Famosa, ela frisa que o status não é impedimento para falar do Evangelho, mas, ao contrário, ela credita a Deus a razão de estar onde estar. Apaixonado pela Carta de Paulo aos Romanos e sempre buscando ser como a mulher descrita em Provérbios 14, Bella Falconi ainda dá espaço para temas como nutrição, chamado ministerial e o papel da mulher na sociedade.

Pleno.News Entrevista
Bella Falconi
por Pleno.News - 29/07/2020

Como era a Bella Falconi antes de se converter ao Evangelho?
Como todo ser humano, a gente tem um senso de Deus dentro de nós, mesmo que tente negar ou fugir dessa voz interna que existe. Não tem como eliminar o que Deus colocou dentro de cada ser humano, ainda que ele seja ateu. Tudo isso nos leva, muitas vezes, a termos um comportamento ético e moral simplesmente porque Deus compartilhou esse atributo com todos os homens. Eu era uma pessoa que fazia o bem, sempre fui muita correta, mas eu tinha uma sede que não saciava e ficava buscando em outras doutrinas, em pessoas e coisas e ficava pipocando em tudo o que era canto em busca dessas respostas que a gente sabe que só podem vir de Deus.

Essas igrejas midiáticas, teatrais e onde não tem a verdade acabaram criando um estigma que se estendeu para as demais

Você afirmou que tinha certos preconceitos antes de sua conversão. Acha que parte deles se deve pela própria postura de alguns evangélicos?
Os preconceitos que eu tinha antes de me converter eram inerentes à maioria dos não cristãos por causa de um estigma que foi criado pela própria igreja evangélica. Essas igrejas midiáticas, teatrais e onde não tem a verdade acabaram criando um estigma que se estendeu para as demais. Mesmo que fossem igrejas sérias, acabavam sendo colocadas na mesma bacia que essas não verdadeiras.

Acho que esse preconceito vem muito disso e também da questão do ser humano pensar erroneamente que não existe racionalidade na fé e de que a fé do cristão é uma coisa que denota uma vulnerabilidade do ser humano e até mesmo uma infantilidade ou uma imaturidade. Creio que a maioria das pessoas tem essa impressão de que é impossível ser racional e ter fé ao mesmo tempo e que não existe racionalidade na fé e, portanto, todo crente é infantil, bobo, imaturo. E, muitas vezes, o crente acaba sendo tido como o chato porque uma vez que a gente conhece a verdade e a verdade nos liberta, a gente quer alcançar outras pessoas e quer pregar o Evangelho mesmo porque isso é uma ordenança deixada para todos nós.

A maioria das pessoas tem essa impressão de que é impossível ser racional e ter fé ao mesmo tempo e que não existe racionalidade na fé

E como aconteceu a sua conversão?
Minha conversão foi pelo amor, não foi pela dor. Fui por uma busca que eu tinha insaciável por uma resposta, por um preenchimento. A gente vive uma vida de muita insatisfação quando não está em Cristo. A gente tem uma deturpação muito grande da nossa identidade até penetrar no âmago do Evangelho, do que o Cristianismo realmente é e a gente descobre a nossa verdadeira identidade.

Então, todos nós antes de conhecermos esse verdadeiro Evangelho, vivemos nessa crise ainda que a gente não saiba ou não perceba. No meu caso, eu percebia que tinha um vazio, uma sede. Quando eu me encontrei numa igreja onde a verdade do Evangelho repousava, ali eu encontrei descanso, respostas, a paz que excede todo entendimento e comecei a ser transformada. Claro que essa não é uma obra da igreja em si como instituição, mas do Espírito Santo de Deus. Eu fui alcançada pela graça, eu fui regenerada, recebi o dom da fé da parte de Deus e fui reconectada.

Você foi questionada quando se converteu pelo simples fato de ser famosa?
Eu encarei isso de uma forma conturbada de início e senti um pouco de indignação de enfrentar esses questionamentos. “Será que a conversão dela é verdadeira? Será que é fogo de palha? Será que ela está fazendo isso pra aparecer, pra se autopromover, pra aumentar a credibilidade dela?”. Mas é parte do pacote. Quando a gente passa a entender em Cristo, a gente não busca mais se justificar porque eu já fui justificada Nele. Nosso testemunho de vida fala por si só e eu não preciso provar pra ninguém quem eu sou se Deus sabe quem eu sou.

Como seu público reagiu diante de sua conversão? Chegou a perder trabalhos por isso?
No início, eu senti que o público ficou bem dividido. Muitas pessoas ficaram super felizes e disseram que oraram muito por mim por eu ser uma pessoa que exerce influência sobre a vida de outras pessoas. Também teve aqueles céticos que entraram pra turma do “é só fogo de palha ou só fama” e outros que deixaram de me seguir porque não professam a mesma fé do que eu ou porque perderam o interesse diante dessa mudança de vida.

As pessoas buscam polêmicas e sensualidade na rede social e isso eu não tenho pra oferecer

Foi uma mudança mesmo porque eu deixei de frequentar certos lugares, fazer certas coisas que eu fazia, falar certas coisas que eu falava. As pessoas buscam polêmicas e sensualidade na rede social e isso eu não tenho pra oferecer. Muitos perderam o interesse, o que de fato eu respeito e acho até legal porque isso dá uma filtrada nas pessoas. Então, quem está comigo hoje em dia é porque é fiel ao que eu expresso através das minhas redes sociais e pra mim isso aí é muito bom. Cheguei a perder alguns trabalhos, mas eu diria que é irrisório diante de outros tão legais que eu passei a fazer.

Como é equilibrar fama e vida cristã?
Na verdade, eu sempre falo isso: na vida de um crente não existe nada que seja secular e nada que seja do Reino. Tudo é pro Reino, tudo é pra honra e pra glória do Senhor. Ainda que você trabalhe fora da igreja, ainda que você exerça um trabalho ou uma fama que não seja no mundo gospel, no meio eclesiástico, ainda assim tudo é pra honra e pra glória de Deus. Seja você um médico, um advogado, um cantor, um pintor ou um cozinheiro, você pode e deve proclamar a glória de Deus no seu trabalho, no seu meio e é isso que eu tento fazer.

Então, eu não segrego fama e cristianismo. Pra mim, foi Deus quem me colocou onde eu estou e se hoje eu sou uma pessoa conhecida no meio é porque Ele me colocou aqui. Tudo o que eu faço, ainda que eu seja falha e pecadora, eu tento fazer pra honra e pra glória de Deus.

Em qual igreja você congrega e quem é seu pastor? Qual a importância de se ter uma vida em comunhão?
Eu sou membro da Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo. Meu pastor é o Hernandes Dias Lopes, mas eu congrego na Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte por uma questão de jurisdição porque eu moro em BH e não vou pra São paulo toda semana. O pastor Jeremias Pereira é muito amigo do pastor Hernandes e foi meio que um acordo mútuo de ele cuidar de mim aqui.

Eu falo pra todas as pessoas que não existe perfeição onde existem mãos humanas. Então, a igreja que é composta por humanos, nunca vai ser perfeita. Uma igreja que é administrada por humanos, que é pastoreada por seres humanos, nunca vai ser perfeita. São seres humanos tentando aperfeiçoar a santidade, buscando consagração dia após dia, de glória em glória. Então, não existe perfeição.

Se a gente vai a uma igreja com esse pensamento de que a igreja tem que ser perfeita, a gente começou errado. A gente tem que ter misericórdia e entender que ninguém é perfeito e que a igreja faz parte do plano redentivo de Deus. É o ajuntamento do povo de Deus e é ali que aprendemos a colocar em prática o amor altruístico, é ali que a gente está em comunhão com os nossos irmãos. Fazer parte de uma igreja é primordial para um crente porque ali estamos juntos, participando da mesa do Senhor, recebendo uma Palavra, sendo ministrados como uma família. Nós somos uma só família em Cristo.

Se a gente vai a uma igreja com esse pensamento de que a igreja tem que ser perfeita, a gente começou errado

Então, se a gente não consegue conviver bem com nossos irmãos, a gente não pode fazer parte da família de Deus e a Palavra de Deus diz até para os esposos amarem as esposas como Cristo amou a igreja. Cristo ama Sua igreja e Cristo nos chama de noiva. Então, como eu posso detestar a igreja ou decidir não fazer parte se a igreja é chamada de noiva de Cristo e Ele vai voltar pra buscar a Sua igreja? Tudo roda em torno de Cristo através da igreja, então eu não posso dizer que não acho importante fazer parte de uma congregação. É extremamente importante porque ali a gente cresce, é ajudado, serve, ajuda e aprende a viver em comunhão.

Qual seu texto bíblico preferido?
Eu não tenho um texto preferido porque eu acho que a Escritura tem uma unidade muito bonita. Difícil a gente segregar e dizer “Eu prefiro esse livro ou esse autor”. Existe uma unidade muito grande em todo cânon bíblico, mas, se eu puder apontar pra um texto que eu creio ser teologicamente importante pra todos nós, seria a carta aos Romanos. Acho que essa epístola é a maior obra teológica de todos os tempos.

A Carta aos Romanos é pra mim o texto mais desafiador e mais profundo no que diz respeito à teologia

Paulo foi o maior teólogo e maior líder do Cristianismo, então, sem dúvidas, a Carta aos Romanos é pra mim o texto mais desafiador e mais profundo no que diz respeito à teologia. Nessa carta, especificamente, eu creio que a gente cresce muito em conhecimento no que diz respeito a teologia.

Já descobriu seu ministério na igreja? A Bella é mais para o louvor ou para a pregação?
Na verdade, eu não busco muito entender qual é o meu ministério dentro da igreja porque eu entendo que nem todo ministério é ali dentro. Acho que nosso maior ministério é o da reconciliação, o qual nos foi confiado da parte do Senhor que é de reconciliar as pessoas com Deus. Uma vez que nós fomos reconciliados, nós fomos tirados das trevas e trazidos de volta a Sua maravilhosa luz. Então, meu maior alvo hoje em dia não é nem dentro da igreja, mas sim nas ruas de buscar almas, de resgatar ali fora, de falar sobre as maravilhas de Jesus.

Ainda que tenhamos ministérios ordenados, como o de presbítero, de diácono ou de pastor, eu acredito que os ministérios existam até dentro da nossa casa. A nossa família é nosso maior ministério. Então, eu tento focar muito nisso: na minha família e nas pessoas que estão fora da igreja, que eu chamo de “improváveis de Deus”.

A nossa família é nosso maior ministério

A Bella é, com certeza, mais pra pregação que pro louvor. Eu componho e já tenho seis canções gravadas. Eu gosto muito de escrever e até estou fazendo aula de piano e de canto, mas não pretendo virar ministra de louvor nem cantora. É só mesmo pra eu conseguir compor as minhas letras com mais facilidade, mas sem dúvida eu levo mais jeito pra pregação do que pra louvor.

O que lhe motivou a querer fazer sua pós em Teologia Sistemática? O que mais mudou em sua mente com o curso?
Primordialmente, o conhecimento de Deus porque eu creio que a Teologia não é necessariamente pra que a gente se torne professor, mas pra que a gente a aplique e isso aconteça de uma forma benéfica para a nossa vida espiritual e devocional e para o nosso relacionamento com Deus. A Teologia é primordialmente para o nosso crescimento em conhecer mais a Deus que revelou a Si mesmo através das Escrituras. Acho que isso é mais importante do que pensar como uma profissão ou como algo extra, mas pensar como uma maneira de conhecer mais a Deus e crescer mais espiritualmente.

R. C. Sproul foi um grande teólogo sistemático. Ele fala que “somos todos teólogos” em seu livro e a verdade é essa: todos deveríamos ser teólogos ainda que numa escala ou num nível inferior de aprofundamento e intelectualidade. Nós temos mentes brilhantes, como Calvino e Armínio, e todos nós deveríamos ser teólogos num determinado aspecto ou nível na nossa vida espiritual ou congregacional. Até a nossa oração melhora quando passamos a conhecer a Deus de uma forma mais profunda. Nós não somos ludibriados por falsas doutrinas que têm permeado nas igrejas.

A nossa mente e nossa cosmovisão mudam muito e são moldados de acordo com os preceitos bíblicos que é o nosso maior objetivo

Paulo rebatia sempre essas falsas doutrinas, principalmente o gnosticismo. É muito importante que a gente tenha esse contato mais profundo, esse estudo teológico, que é a rainha de todas as ciências, pra que a gente desperte para uma vida espiritual mais sólida, cresça em sabedoria e graça e melhore nosso relacionamento com Deus e consequentemente com nossos irmãos da igreja. Todos deveríamos buscar esse conhecimento. A nossa mente e nossa cosmovisão mudam muito e são moldados de acordo com os preceitos bíblicos que é o nosso maior objetivo.

Você vê a nossa geração de jovens como o futuro da igreja evangélica no Brasil?
Eu acho muito difícil julgar, mas devemos ter um olhar de certa forma crítico para que sejamos também bons apologetas, que saiamos em defesa do Evangelho quando necessário e nos posicionemos com educação e ética de uma forma madura e amorosa.

Existem duas vertentes: uma de pessoas que tem se despertado para o Evangelho verdadeiro, que tem despertado cada vez mais interesse pelas Escrituras, tem enxergado a necessidade profunda de ler as Escrituras e se aprofundar no conhecimento, buscar realmente as raízes e escutar e ler boas obras também. Mas eu vejo que também tem uma leva de pessoas que não estão se importando muito com a revelação especial de Deus que é a Bíblia. Falar que não é necessário ler a Bíblia é um crime na vida de todo cristão e não deveria ser dito. Eu sinto que quanto mais a gente se afasta da verdade bíblica, mais a gente morre espiritualmente.

Existe uma turma que está preocupada em voltar às Escrituras e tem outra que se contenta apenas com aquilo que é escutado nas igrejas

Então, eu sinto que existe uma turma que está preocupada em voltar às Escrituras e tem outra que se contenta apenas com aquilo que é escutado nas igrejas, nos cultos e não busca estudar a Bíblia. Isso pra mim é um grande problema porque gera idolatria, religiosidade, heresias e muitas coisas que não condizem com a verdade de Deus. É muito difícil a gente analisar até que ponto isso pode ser corrigido, até que ponto isso é totalmente pernicioso. Eu creio que a gente não deveria ser não o futuro da igreja, mas o presente. Nosso papel é realmente voltar às Escrituras e se preocupar com o verdadeiro Evangelho, tendo uma vida devocional, congregar e buscar uma igreja que seja bíblica acima de tudo.

Dá para aliar a teologia sistemática e a nutrição?
Com certeza. O nosso corpo é o templo do Espírito Santo, então, quanto mais a gente conhece sobre Deus, quanto mais a gente articula a verdade revelada por Ele mesmo, mais a gente vai querer cuidar da nossa existência, do nosso corpo, da nossa vida como um todo.

Que dicas você dá para alguém perder peso de forma saudável e eficiente?
Não existe mistério. A gente tem que voltar para as coisas simples, pra nutrição que sempre foi pregada desde os primórdios da medicina e da história da humanidade. Leonardo Da Vinci já dizia que a simplicidade é o ápice da sofisticação. As pessoas tendem a complicar demais uma coisa que não é complicada assim.

A gente precisa buscar conhecer, ao menos, o básico da nutrição, a diferença entre os macro e micronutrientes, saber como aplicar aquilo na nossa vida e buscar ajuda profissional que é importante, mas não querer complicar demais uma coisa que nunca foi complicada. Praticar atividade física, ter equilíbrio, não exagerar. Quem come pouco, come de tudo um pouco.

Qual o caminho para ser a mulher citada na Bíblia em Provérbios 14?
A mulher proverbiana é aquela mulher que conhece o seu papel na sociedade, dentro da sua casa, na família. É a mulher que não quer passar por cima do homem, que não quer ser melhor do que o homem, que não quer exercer um papel que não é suposto a ser dela. Esse é o modelo do Cristianismo.

A submissão bíblica nada tem a ver com machismo, tem nada ver com subserviência, nada tem a ver com humilhação, ou ser menos importante do que o homem, ou ser desprezada ou aceitar qualquer tipo de atitude por parte do homem. Ela é uma posição honrosa pra mulher, onde ela se reconhece no papel onde ela foi chamada pra estar, ela foi colocada pelo próprio Deus e a gente sabe que nós fomos chamadas realmente pra edificar a nossa casa.

A submissão bíblica nada tem a ver com machismo

O homem como sacerdote da casa, a mulher como coração da família, como parte emocional e mais espiritualizada no sentido de trazer a união para o lar. Quando a mulher reconhece a sua posição na família e na sociedade, eu creio que a gente consegue ser a mulher de Provérbios 14, a mulher sábia, que edifica, que é admirada pelos filhos, pelo marido e pela sociedade porque ela consegue se impor de forma respeitosa e honrosa.

Ela é uma mulher que consegue desempenhar um papel seja profissional, dentro da sua casa e ministerial de forma respeitosa. Ela consegue impor a sua posição como mulher bíblica de uma forma que não é autoritária, mas é uma forma amorosa. As pessoas olham pra ela e a veem como um exemplo, como alguém que realmente tem um papel relevante no mundo. Acho que esse é o nosso objetivo. Nada tem a ver com ser menos ou mais, mas saber a nossa posição que foi imposta pelo próprio Deus e andar lado a lado com os seus maridos.

O que é mais desafiador: ser mulher, ser mãe, ser influencer, manter a dieta ou negar-se a si mesmo todos os dias?
O negar-se a si mesmo é o papel mais difícil, mas, quando a gente consegue exercer esse último papel e colocar isso em prática, o que não é fácil, todos os outros papéis se desenvolvem de uma forma bonita, correta e bíblica. Quando a gente entende o verdadeiro significado do negar-se a si mesmo todos os dias e tomar a sua própria cruz para seguir a Jesus, a gente consegue exercer os demais papéis com maestria e excelência.

Quando a gente entende o verdadeiro significado do negar-se a si mesmo todos os dias, a gente consegue exercer os demais papéis com maestria e excelência

É enxergar o ego que é um produto da queda da forma como ele é realmente, ter um diagnóstico eficiente do problema da humanidade e, a partir daí, ser transformado praticando o equilíbrio que é proposto por Paulo aos Romanos. Ninguém tem sobre si mesmo um conceito mais elevado do que deveria ter, mas um conceito equilibrado. Eu tenho que praticar o auto esquecimento no que diz respeito à queda e suas consequências e autoafirmação no que diz respeito à minha identidade em Cristo. Quando a gente consegue achar esse equilíbrio, a gente consegue praticar o negar-se a si mesmo, tomar a sua própria cruz para seguir a Cristo e todos os outros papéis se desempenham de uma forma mais leve. O negar-se a si mesmo é um desafio mais profundo pra cada um de nós.

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