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1° de agosto: Hora de estocar?

Brasil no alvo de Tarifaço dos EUA e OTAN, além da crise interna

Vinícius Lana - 24/07/2025 19h11

1° de agosto: Hora de estocar? (Imagem ilustrativa) Foto: IA

A partir do dia 1º de agosto de 2025, o Brasil pode ter início aos “tempos de escassez de José do Egito”. Nosso país sofrerá um tarifaço dos EUA, além de taxação da OTAN após entrarmos para a lista de países com “governos inadequados”.

Se as sanções previstas para agosto se confirmarem, o país poderá enfrentar uma queda brusca na produção e no comércio de alimentos. Isso pode gerar escassez, inflação e uma crise financeira sem precedentes. Como nos dias de José no Egito, talvez seja a hora de estocar com sabedoria.

A seguir, veja 5 (possíveis) cenários escatológicos que podem se iniciar no Brasil:

1. Colapso comercial e queda do PIB
Logo após a entrada das sanções, o Brasil começa a sentir um impacto direto nas exportações e importações — especialmente no agronegócio, que depende de fertilizantes russos e máquinas importadas.

Com os bloqueios, o dólar dispara, o custo de vida sobe e o PIB entra em queda livre. O governo tenta manter o controle, mas as decisões são lentas e políticas. Uma crise financeira se instaura no Brasil.

2. Escassez de alimentos e inflação
Os supermercados podem enfrentar prateleiras vazias. O trigo e a cevada, citados em Apocalipse 6:6, viram itens de luxo — e aqui, podemos aplicar isso ao arroz, feijão, carne e até leite. A frase “uma medida de trigo por um denário” se torna real com o brasileiro pagando caro por migalhas. Cenário de Venezuela; e já visto na Argentina; começa a nascer no Brasil.

3. Corrida por estocagem
Lideranças cristãs e/ou famílias com discernimento começam a estocar alimentos e água, como fez José no Egito. Pequenas comunidades rurais se organizam em núcleos de sobrevivência. A ideia de êxodo urbano ganha força, e os “refúgios” que pareciam exagero se tornam necessidade.

4. Aumento do controle estatal e digital
Para controlar o caos, o governo pode implementar medidas emergenciais como controle de preços, racionamento e até sistemas digitais de monitoramento para limitar compras.

Isso acende o alerta profético para o sistema da besta que se aproxima — onde “ninguém pode comprar nem vender senão aquele que tiver a marca”. Além disso, ocorre também aumento da censura nas plataformas digitais – “para impedir maior revolta”; é o que alegam.

5. Instabilidade social e clamor espiritual
Protestos nas ruas, saques, aumento da violência, revoltas entre políticos. Mas ao mesmo tempo, cresce um mover de oração nas casas e igrejas fiéis. Intercessores se levantam como atalaias, reconhecendo que tudo isso é o princípio das dores profetizado pela Bíblia.

Portanto, o Brasil pode sim entrar nos próximos anos numa espiral de crise econômica, escassez alimentar e instabilidade social. Contudo, a Igreja – que lê a Bíblia – deve ser sábia e discernir os tempos, a fim de agir como José: estocar por precaução e também se fortalecer na fé. Pois, o Terceiro Selo se aproxima — e o povo de Deus precisa estar mais do que nunca vigilante!

Vinícius Lana é cristão e pesquisador de Escatologia Bíblica.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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