Uma orientação aos pais sobre a “Música do Bob”

A canção aborda um amigo imaginário com ênfase em suicídio, drogas, assassinato, adultério e ocultismo

Renato Vargens - 06/08/2019 18h14

Kamaitachi acredita que Deus e o diabo são importantes para a humanidade Foto: Reprodução

Desde ontem tenho recebido inúmeras mensagens questionando sobre a minha opinião a respeito da “música do Bob.” Confesso que eu particularmente não conhecia a letra, como também a melodia.

A “música do Bob”, com aproximadamente cinco milhões de visualizações no Youtube e que possui um ritmo envolvente, tornou-se hit nas redes sociais nos últimos dias. Mas o que “Bob” tem de diferente de outras músicas para atrair tanta audiência? A resposta é simples: a canção aborda um amigo imaginário com ênfase em suicídio, drogas, assassinato, adultério e ocultismo. Ademais, a letra é depreciativa com a figura dos pais, trata de aborto, foca numa mãe que usa antidepressivos, um pai que consume cocaína, adultério, e outras coisas mais. Diante do exposto, aconselho aos pais:

1) Estejam atentos àquilo que seus filhos estão ouvindo na internet.

2) Não permitam que seus filhos ouçam essa música.

3) Se por acaso eles já ouviram, conversem a respeito com eles e desconstruam em sua mente toda malignidade por ela produzida.

4) Ore por e com seus filhos.

Renato Vargens é pastor, conferencista, tendo já pregado o Evangelho em países da América do Sul, Norte, Caribe, África e Europa. É escritor, com 24 livros publicados em língua portuguesa e 1 em língua espanhola. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes, editor do site renatovargens, pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói e membro do conselho da Coalizão pelo Evangelho (TGC).

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