O diabo odeia a caneta

A caneta de Lutero promoveu uma mudança substancial no mundo

Renato Vargens - 11/10/2019 10h17

Em abril de 1521, Martinho Lutero declarou diante o tribunal de Worms: “Não posso fazer de outro modo. Mantenho o que escrevi. Que Deus me ajude”. Suas noventa e cinco teses afixadas à porta da igreja em Wittenberg em 31 de outubro de 1517 iniciaram a maior revolução na história da Igreja Cristã: a Reforma Protestante.

Lutero pregou e escreveu com ousadia e coragem sobre os abusos, erros e pecados da igreja romana. Por estas e outras razões os sacerdotes católicos queriam a sua morte.

O reformador alemão costumava dizer que o diabo odeia a caneta. Aliás, vamos combinar uma coisa? A caneta de Lutero promoveu uma mudança substancial no mundo, o que com certeza, instigou o ódio do adversário das nossas almas.

Caro leitor, acredito que em dias complicados como os nossos onde o Evangelho da Salvação Eterna tem sido transformado por alguns no evangelho das indulgências, torna-se necessário que a Igreja de Cristo redescubra a “caneta” fazendo dela instrumento de ensino protesto e denúncia.

Diante do exposto somos desafiados a publicar a sã doutrina em blogs, sites e livros. Até porque, agindo desta forma contribuiremos significativamente para um novo momento da Igreja evangélica brasileira.

Pense nisso!

Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro e conferencista. Pregou o evangelho em países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa. Tem 24 livros publicados em língua portuguesa e um em língua espanhola. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes.

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