Moças pegadoras, uma triste realidade na igreja

A conduta das moças cristãs em quase nada tem se diferenciado do comportamento das não cristãs

Renato Vargens - 17/06/2019 10h38

Não são somente os homens que possuem a fama de pegadores. Nos dias de hoje as mulheres também se tornaram em consumidoras de relacionamentos. Para piorar a situação, o meio evangélico está lotado de moças que em nome do amor e da liberdade têm desenvolvido o péssimo hábito de ficarem com seus peguetes na igreja.

Em um mundo egoísta e cada vez mais hedonista como o nosso, tornou-se absolutamente comum vislumbrarmos nas relações interpessoais a instrumentalização da vida, onde boa parte das pessoas no desejo de terem os seus sonhos e devaneios realizados, manipulam outras pessoas na vontade de experimentarem a tão sonhada satisfação pessoal.

Aliás, essa tal busca pela satisfação pessoal, tem feito com que muitos negociem princípios éticos e morais, no afã de concretizarem suas sórdidas expectativas. Infelizmente, em nome do sonho, não são poucos aqueles que têm tomado posse do famoso bordão popular: “fazemos qualquer negócio”. A conseqüência direta disso é a coisificação do ser humano, onde pessoas tornam-se objetos descartáveis, prontas a serem jogadas no lixo quando por algum motivo não prestam mais.

Lamentavelmente em um mundo onde os valores se relativizaram, infelizmente a conduta das moças cristãs em quase nada tem se diferenciado do comportamento das não cristãs. Na verdade, ouso afirmar que existe um número impressionante de crentes que movido por rompantes irresponsáveis, se enveredam em relacionamentos descompromissados.

Assusta-me o fato de que inúmeras pessoas movidas por uma pseudoteologia descartam relações usando de pressupostos humanistas, aos quais não existe o menor fundamento bíblico. Tais pessoas advogam que a “química” é a razão essencial para que se esteja junto com alguém. Para estes, o que importa é sentir prazer, além é claro de satisfação pessoal.

Pois é, vivemos dias tenebrosos. Diante disto, mais do que nunca a Igreja de Cristo precisa anunciar o Evangelho integral. Além, obviamente, de proclamar a esta geração os valores do Reino, na expectativa de que o bom perfume do nosso Senhor alivie o odor de putrefação deste mundo mal e pervertido.

Pense nisso!

Renato Vargens é pastor, conferencista, tendo já pregado o Evangelho em países da América do Sul, Norte, Caribe, África e Europa. É escritor, com 24 livros publicados em língua portuguesa e 1 em língua espanhola. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes, editor do site renatovargens, pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói e membro do conselho da Coalizão pelo Evangelho (TGC).

Clique para receber notícias
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo