Aborto é coisa do passado

O que eles querem é o direito de matar uma criança depois de nascida

Renato Vargens - 24/01/2019 09h22


Um abismo chama outro abismo! Agora, os abortistas não querem somente o direito de matar a criança no ventre da mãe. Querem também o direito de fazê-lo depois de nascida.

Ao descobrir que existe quem defende o assassinato de crianças pós-nascimento, sou levado a pensar numa frase de Dietrich Bonhoeffer que dizia: “Conhece-se a moral de uma sociedade, pela maneira como ela trata suas crianças”.

Pois é… a vida humana é um dom de Deus e não há nada mais criminoso e mais anti-cristão do que o aborto. Afirmo, sem a menor sombra de dúvidas, que toda e qualquer tentativa de aborto afronta diretamente o Criador e Senhor de todas as coisas.

A Bíblia ensina que a vida começa na concepção. Deus nos formou enquanto estávamos no ventre de nossa mãe – “Tu criaste cada parte do meu corpo; tu me formaste na barriga da minha mãe” (Salmos 139:13).

O profeta Jeremias e o apóstolo Paulo foram chamados por Deus, antes deles terem nascido – “Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações” (Jeremias 1:5); “Porém Deus, na sua graça, me escolheu antes mesmo de eu nascer e me chamou para servi-lo” (Gálatas 1:15).

Portanto, se defender um aborto já é um acinte, um disparate, imagine defender o assassinato da criança depois de nascida? Isso é, no mínimo, psicopatia, além, é claro, do pior tipo de canalhice.

Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro e conferencista. Pregou o evangelho em países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa. Tem 24 livros publicados em língua portuguesa e um em língua espanhola. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes.

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