6 razões porque existe incompatibilidade entre se dizer cristão e progressista

Alguns pastores se assumiram esquerdistas e pregam valores antagônicos aos ensinos das Escrituras

Renato Vargens - 29/06/2018 12h36

Em vista a afirmação de alguns pastores que se assumiram esquerdistas. Inclusive defendendo publicamente partidos de esquerda que pregam valores absolutamente antagônicos aos ensinos das Escrituras, ofereço seis razões porque entendo que não existe compatibilidade entre servir a Cristo e ao progressismo.

1. Porque não creio e nem defendo um Estado que interfere na vida comum e privada do cidadão. Na minha opinião, o Estado deve ser mínimo, evitando assim o domínio exagerado por parte dos governantes sobre a vida e família dos contribuintes. Ademais, acredito que o Estado jamais deva interferir na soberania das esferas individuais, familiares e corporativas, visto que a autoridade de cada esfera descende igualmente de Deus.

2. Porque não defendo e nem tampouco comungo dos conceitos marxistas e comunistas que ensinam e incentivam a luta de classes. Afirmando assim que ela é indispensável àqueles que desejam uma nação justa.

3. Porque eu sou contra as políticas públicas que incentivam o aborto, a ideologia de gênero, a desconstrução dos valores judaicos-cristãos relacionados a família, o feminismo, a descriminalização das drogas, o incentivo a sexualidade precoce em crianças e adolescentes, bem como a intervenção estatal na educação de nossas crianças.

4. Porque as políticas de esquerda nivelam o povo por baixo, empobrecendo-o cada vez mais, deixando-os sem voz e sem opção de progresso e crescimento.

5. Porque creio numa economia liberal que por si só, promove emprego, geração de renda, saída da pobreza através do trabalho, proporcionando assim dignidade ao trabalhador.

6. Porque entendo que um Estado grande é fonte de idolatria roubando de Deus a honra que somente a Ele pertence.

Pense nisso!

Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro e conferencista. Pregou o evangelho em países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa. Tem 24 livros publicados em língua portuguesa e um em língua espanhola. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes.