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Deu Barrabás para o segundo turno

Longe de mim comparar Bolsonaro a Jesus; mas era para ser fácil escolher entre Jesus e Barrabás. Da mesma maneira, escolher entre Bolsonaro e Haddad

Pr. Lucas - 08/10/2018 12h09

Olá, meus amigos do Pleno.News, quero hoje convidar vocês a fazermos um diagnóstico das eleições. Tudo bem?

Na verdade, estou com três sentimentos:

  1. Confesso que estou chateado pelas eleições não terem se definido agora no primeiro turno.
  2. Admito também que estou revoltado por um homem ficha limpa ter que se submeter a uma disputa de segundo turno com o fantoche de um presidiário. Acho isso um absurdo! Um golpe moral ao Brasil. Democracia é uma coisa, demência é outra!
  3. Mas estou feliz por ver que na maior parte do país a bancada do Bolsonaro se elegeu e o PT perdeu o seu domínio.

Agora vamos avaliar algumas coisas:

O PSL elegeu a grande maioria dos deputados, elegeu senadores e governadores em todo o Brasil. Já o PT só teve frutos na maior parte do Nordeste. No Norte, Centro-Oeste, Sul e Sudeste o resultado foi claro de antipetismo. Na sua maioria: Bolsonaro e antipetistas.

O que me assusta, mas ao mesmo tempo me traz a compreensão do que é o Partido dos Trabalhadores, é que eles não são brasileiros de coração; pois amam mais a ideologia petista que o próprio Brasil. Eles não sabem diferenciar um ladrão de um homem de bem, não há a menor distinção entre uma coisa e outra. São cegos guiados por uma voz de comando, que no caso está atrás das grades. São nocivos aos pais e à sociedade de bem. São homens e mulheres de vida sofrida que vendem sua Pátria por R$ 900,00. Se Bolsa Família, bolsa isso ou aquilo chegam a esse valor.

Uma coisa é fato, o cenário da vitória de Bolsonaro já está desenhado porque, dificilmente Haddad conseguirá atrair o centrão para o seu lado. A não ser que, descaradamente, mude todo o seu discurso.

Os presenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) Foto: Arte/Pleno.News

Mas de alguma forma, eu sinto o Brasil sendo brutalmente ofendido moralmente. Sabe por quê? Porque não estamos falando de dois políticos disputando o segundo turno, mas de um bandido que carrega mais de 30 processos de corrupção. Pior, que tem como plano de governo a absolvição do homem que chefiou o maior esquema de corrupção na história do mundo. Também, ele mesmo foi eleito o pior prefeito que São Paulo já teve. E, do outro lado, está um militar ficha limpa, citado como único deputado a não receber dinheiro de corrupção, defensor de valores morais, com filhos bem-sucedidos e fichas limpas na política do Brasil.

Quer dizer, deveria ser uma disputa leal, e eu, sinceramente esperava um resultado esmagador no Primeiro Turno. Mas eu subestimei o Lula e o PT. Eu me esqueci da história do Brasil.

Você deve se lembrar de várias reportagens, como algumas de 2016, onde os ônibus eram queimados, e toda ação terrorista era comandada de dentro dos presídios pelo PCC. É claro que isso já fazia parte da nossa história e agora temos o mesmo se repetindo com a facção do PT.

Então, um presidiário, lá de Curitiba, comanda toda uma máfia de informações, notícias, mídias e milícias pelo país. Lula tem seu louro José, no caso Haddad, e nesse cenário se choca a moralidade contra a imoralidade, a honestidade contra a corrupção, a família tradicional contra a orgia dos valores familiares, a educação infantil contra a erotização infantil, a liberdade de imprensa contra a redemocratização de imprensa, – isto é censura – o modelo democrático contra o regime ditatorial venezuelano. Ou seja, como podemos estar pondo o Brasil entre essas duas linhas de pensamento e ação que se chocam brutalmente?

Esses 29% de eleitores que optaram por Haddad, apontam uma doença moral no país, uma crise educacional, uma chaga ética e uma corrupção internalizada corroendo o país como um câncer.
Veja bem, não estamos falando de escolher ideias, de ter que optar pelo melhor plano de governo, ou de ter que pesquisar as ideologias políticas para avaliar o que seria melhor para o Brasil. Não!!! Estamos falando de bem e mal, de limpo e sujo, de cidadão e bandido, de honesto e corrupto… Ora! É difícil decidir entre essas duas coisas?

Qualquer um dos candidatos, como Ciro, Amôedo, Marina, cabo Daciolo, poderiam proporcionar uma discussão de ideias, um debate político… mas Haddad?

Longe de mim comparar Bolsonaro a Jesus; eu não o estimo a tal ponto. Mas era para ser muito fácil escolher entre Jesus e Barrabás. Mas, devido à influência dos sumos sacerdotes da época, o povo foi comprado pra escolher Barrabás (Mateus 27:17).

Mas, de qualquer forma, se formos sensatos, é quase impossível Bolsonaro não ganhar no segundo turno. Ainda assim, estou muito chateado com esse diagnóstico nacional. Isso me confirma ainda mais que Bolsonaro é o remédio para este momento no Brasil.

Pastor Lucas nasceu em Santa Vitória, em Minas Gerais. Sua carreira de compositor começou em 2011. Há quatro anos como cantor, lançou três CDs. Congrega na Comunidade Evangélica Vida no Altar, em São Paulo. É casado com Thaisa Rahmé e pai de Gabriel e Samuel.
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