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Haddad: um dos piores ministros da história do país

Sua gestão se resume a uma receita simplória: cobrar mais impostos

Pedro Augusto - 26/08/2025 17h21

Ministro Fernando Haddad Foto: Ricardo Stuckert / PR

Fernando Haddad caminha para o fim do seu terceiro ano como ministro da Fazenda, e a pergunta que não quer calar é simples: o que ele fez de útil até agora?

Se você pensou em “aumentar impostos”, acertou em cheio. Aliás, essas parecem ser as únicas palavras do dicionário de Haddad: impostos, impostos e… mais impostos. Sempre em nome de bancar a gastança sem fim do governo.

Sob sua gestão, a dívida pública só cresce, sem qualquer perspectiva de melhora até 2026. É como se Haddad estivesse montando uma bomba-relógio fiscal para explodir no colo do próximo governo em 2027.

Seu tão alardeado “pacote fiscal” foi um show para inglês ver. Na prática, não freou nada, não cortou nada, não resolveu nada. Foi o equivalente a colocar um balde furado embaixo de uma goteira e chamar isso de solução.

A fraqueza política de Haddad é tão evidente que até dentro do PT ele passa longe de ser unanimidade. E a Reforma Tributária, que o governo vive vendendo como troféu, só andou graças à articulação dos presidentes da Câmara e do Senado. Se dependesse de Haddad, o projeto estaria mofando na gaveta.

E como esquecer do vexame do decreto do IOF? O Congresso deu um sonoro “não” ao aumento de impostos, mas Haddad só escapou do fiasco completo graças a uma canetada salvadora, e equivocada, de Alexandre de Moraes. Até quando o ministro pretende se apoiar em decisões judiciais para compensar sua falta de habilidade política?

Seus discursos são outro espetáculo à parte: genéricos, vazios e sempre com os mesmos culpados: bancos, “rentistas” e a direita. Autocrítica? Nem pensar. Mudar a rota? Jamais. A culpa é sempre dos outros. Parece até um aluno que tira nota vermelha o ano inteiro e no fim coloca a culpa na professora.

O problema é que não estamos falando de provas de matemática no colégio, mas da economia de um país inteiro. E, nesse caso, Haddad demonstra diariamente que não entende do assunto. Sua gestão se resume a uma receita simplória: cobrar mais impostos para tapar buracos cada vez maiores. É como tentar apagar um incêndio com gasolina.

Haddad não é uma figura isolada — ele é o retrato perfeito do que é o governo Lula: improviso, desorganização e irresponsabilidade fiscal. E a conta, como sempre, sobra para a população. O próximo ministro da Economia terá trabalho dobrado: consertar não apenas os erros de Haddad, mas a bagunça completa que este governo Lula 3 deixará.

Pedro Augusto é formado em Teologia pela Faculdade Batista do Rio de Janeiro e também em Jornalismo.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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