A resistência corajosa dos nordestinos contra o terrorismo partidário da esquerda

Na região nordeste, Bolsonaro ganhou em cinco capitais. Haddad em três, e Ciro, em uma

Marisa Lobo - 20/10/2018 10h18

Não se deixe levar pelo sentimento de ódio e divisão que a esquerda tenta implantar no Brasil, fazendo com que o nosso povo se divida. O conceito de “luta de classes” marxista consiste, obrigatoriamente, na criação dessa divisão. Pois só assim é possível dominar às classes em favor dos interesses ideológicos de controle. É exatamente isso o que fizeram com o nosso país, especialmente nas regiões mais carentes, fazendo o povo acreditar que a política assistencialista é suficiente para tirá-los da pobreza, quando não é.

Os resultados do primeiro turno das eleições neste ano revelaram uma tendência que vem crescendo desde 2010. Ela ganhou força em 2014 e agora se consolidou, em 2018. É a conscientização cada vez maior da população mais humilde da sua força de trabalho, poder empreendedor e potencial diante da vida.

Essas pessoas não querem depender do Estado. Elas não querem simplesmente receber auxílios como o Bolsa Família e não ter expectativa para o futuro. Elas querem ver realizado o sonho de abrir seu próprio negócio, comprar um carro, imóveis, viajar, entrar numa faculdade sem precisar fazer dívidas a perder de vista com o Governo ou entrar em programas de cotas. Mas, sim, curtir a vida e obter conquistas com plena liberdade sem dever nada a ninguém.

É cada vez maior o número de pessoas nas regiões pobres do nosso país, tanto nas periferias dos grandes centros urbanos como no interior dos estados, conscientes de que a política assistencialista tão promovida pela esquerda não visa a eliminação da pobreza. Mas, sim, a manutenção dela para fins de controle estatal, até vir a falência econômica do Estado e a culpa ser depositada no exterior.

Boa parte dessa consciência surgiu nos períodos de crise econômica, onde milhares precisaram empreender, partindo para a informalidade. Eles perceberam que a força de trabalho pode ser mais bem aproveitada se tiver o apoio do Estado para facilitar a iniciativa privada, oferecendo capacitação, meios de crescimento independentes e serviços desburocratizados.

Outro ponto chave, nesse processo de conscientização, é a certeza de que não adianta um país ter sua pobreza economicamente distribuída ou, no mínimo, controlada, se ele estiver moralmente mergulhado em um poço de lama. Onde a autoridade da família é atacada e os filhos doutrinados na sala de aula contra os princípios dos pais, da fé e de suas tradições.

Nas minhas palestras pelo Brasil a fora tenho visto que é nas regiões mais humildes e interioranas que o conservadorismo possui muita força, fruto da cultura local. O nordeste é uma das regiões de maior tradição em nosso país e a fé cristã está muito bem alicerçada nas raízes da população. Ao perceber não só a falência econômica do Brasil, mas também moral, os nordestinos resolveram se posicionar contra os grandes influenciadores políticos da região que sempre foram aliados à esquerda nacional.

A prova disso está nas urnas. Na região nordeste, Bolsonaro ganhou em cinco capitais. Haddad em três, e Ciro, em uma. Nas capitais estão os melhores resultados. Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Aracaju deram a vitória ao capitão reformado. No Norte Bolsonaro também obteve a maioria, ganhando em Rio Branco, Macapá, Manaus e Porto Velho.

Vemos os números contrários apenas nas regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos, onde a população é mais assistida por programas sociais. Cientes disso, a oposição faz terrorismo psicológico, dizendo que esses programas e outros direitos vão acabar caso o candidato da esquerda não for eleito. Tudo mentira!

A verdade é que esse cenário não é muito diferente do que vemos nas periferias de estados como São Paulo e Rio de Janeiro. O impacto na eleição é muito menor por causa dos números, que são proporcionais, mas o terrorismo partidário voltado para o povo humilde e com pouco acesso a informação é o mesmo e ele existe em todo o Brasil. Cabe aos brasileiros honestos contribuírem para a eliminação dessa prática, espalhando a verdade em vez da mentira e denunciando todo abuso que tomar conhecimento.

Meu olhar para o futuro, após o segundo turno, é esperançoso. Se Deus quiser e permitir, teremos um país mais justo, livre de ideologias autoritárias, manipuladoras e anticristãs. Um país onde todos nós seremos um só povo, juntos em prol do desenvolvimento de todas as regiões, oferecendo assistência, mas principalmente oportunidades de trabalho, boa educação e conscientização moral. Esse é o país que eu quero e acredito.

Marisa Lobo possui graduação em Psicologia, é pós-graduada em Filosofia de Direitos Humanos e em Saúde Mental e tem habilitação para Magistério Superior.

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