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A esquerda quer sequestrar a nossa democracia por meio do controle e da narrativa

Lula já falou em regulamentar os meios de comunicação ao menos nove vezes desde que foi solto

Marisa Lobo - 14/06/2022 14h30

A esquerda quer sequestrar a nossa democracia por meio do controle e da narrativa Foto: EFE/Sebastião Moreira

Imagine você ser acusado por um grupo de opositores que domina os grandes veículos de comunicação e boa parte do sistema judiciário? E depois, tendo que se defender de inúmeras acusações feitas diariamente, vindas de todos os lados? Parece ou não uma batalha monumental, para não dizer impossível de vencer?

Agora, imagine também que os poucos canais de comunicação que ainda lhe restam, os quais você utiliza exatamente para se defender dessas acusações, e por meio dos quais os seus apoiadores se reúnem para produzir e circular a verdade a seu respeito, também estão sob ameaça de banimento total? O que dizer?

Este é o cenário em que vivemos, no Brasil e no mundo.

Não é novidade para ninguém que o controle dos meios de comunicação se tornou uma das grandes apostas da esquerda mundial. O objetivo, claro, é determinar o que pode, ou não, ser dito em todos os aspectos. A censura aos conservadores, nas redes sociais, é uma prova cabal disso.

A iniciativa de compra do Twitter, feita por Ellon Musk, é outra prova escancarada para o mundo. Por isso, bastou o anúncio da sua intenção para vermos muitos falsos defensores da “democracia” agonizarem de ódio, porque eles sabem que, na prática, na balança da liberdade de expressão, o peso está todo para o lado da esquerda.

Lula, o “descondenado”, já falou em regulamentar os meios de comunicação ao menos nove vezes desde que foi solto da prisão, segundo o Poder360. “Eu trabalho com a ideia de que nós precisamos fazer uma regulamentação da internet”, disse ele em agosto do ano passado, por exemplo.

O mesmo acontece na TV, rádios e grandes jornais do país, com raras exceções. É por meio dessa influência nas grandes redações jornalísticas que as narrativas ganham força. São discursos como o de que Bolsonaro seria “anticiência”, “negacionista” das vacinas, um “genocida” e tantas outras acusações sem o menor fundamento.

Contra nós, apoiadores do governo, pesam as narrativas dos “ataques antidemocráticos”, do “extremismo” e da propagação das “fake news”, entre outras, também sem fundamentos. Ou, no máximo, frutos de generalizações absurdas que em nada refletem a totalidade do que somos.

Outra grande narrativa que vem sendo criada é a das pesquisas eleitorais. Querem nos fazer confiar mais em levantamentos encomendados, do que em nossos próprios olhos. Mas, essa é a tática da esquerda: controlar a informação, suprimindo a liberdade de expressão, para que as narrativas sejam propagadas como verdades inquestionáveis.

Sinto dizer aos pelegos do esquerdismo patológico, que o povo brasileiro não cairá mais nessa estratégia. Estamos vacinados e prontos para fazer prevalecer a realidade das ruas. Isto será feito por intermédio das urnas, numa eleição limpa e auditável, que sem dúvida enterrará de uma vez por todas a herança maldita que o petismo deixou em nosso país.

Marisa Lobo possui graduação em Psicologia, é pós-graduada em Filosofia de Direitos Humanos e em Saúde Mental e tem habilitação para Magistério Superior.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.
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