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Watergate Tupiniquim e a crise no TSE

Servidor afirma que foi exonerado após comunicar falha

Marco Feliciano - 26/10/2022 16h21

Prédio do TSE Foto: Antonio Augusto / Ascom / TSE

O Brasil, estarrecido, acaba de constatar, com provas cabais, o seu Watergate Tupiniquim. O TSE exonerou seu funcionário de confiança responsável pelas inserções de propaganda política nas rádios. Ele foi retirado do tribunal com escolta policial. Quando ouvido na Polícia Federal o funcionário fez declaração bombástica de que vem denunciando irregularidades desde 2018.

Exonerar um servidor? Apenas isso? E o estrago feito? Queremos uma investigação incisiva!

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A capa do jornal “O Bobo” de hoje não traz nenhuma menção à maior fraude eleitoral da história. Foram cerca de 154 mil inserções de rádio roubadas de Bolsonaro. A omissão desse panfleto petista é criminosa.

Capa do jornal O Globo de 26/10

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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