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Marco Feliciano - 24/09/2021 18h10

Povos indígenas em Palmas, no Tocantins Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Vivemos tempos sombrios em que partidos políticos perdem as eleições nas urnas, consequência de seus desmandos e de desvios bilionários nos cofres públicos, mas, inconformados, usam dos mais sórdidos meios, inclusive a judicialização, para obter o que não conseguem no debate de ideias no parlamento.

A última atitude rasteira do PT foi propor no STF a proibição da ação de missões religiosas em terras indígenas. E o mais estranho é que esta proibição tenha sido acolhida de forma monocrática por um ministro do Supremo Tribunal Federal que já se mostrou favorável ao aborto, à legalização das drogas, ao desencarceramento, a pautas que esbarram na bancada conservadora das casas legislativas.

Desde o descobrimento do Brasil, os sacerdotes católicos (há mais 500 anos) e nós, evangélicos (há quase 200 anos), temos dado assistência aos nossos irmãos indígenas, pacificando tribos hostis umas as outras, apresentando-lhes um Deus benigno e que nivela a todos nós como seres humanos e ajudando-os a evitar velhos costumes que os levavam a tirar a vida de bebês com defeitos ou gêmeos (um era ceifado).

Sendo assim, vejo nessa decisão do senhor ministro do STF uma clara perseguição religiosa, um vez que tal decisão interrompeu um programa secular de atendimento aos indígenas por conta do pedido de apenas um partido político, de cunho marxista, e da inexpressiva Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – uma dentre tantas ONGs que trabalham por ideologias alienígenas e que agem em nome dos indígenas de forma usurpadora.

Finalizo pedindo a Deus que nos dê força para enfrentarmos forças poderosas, mas pequenas frente à Sua majestosa grandeza!

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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