Vamos nos lembrar da lei da semeadura
O que for plantado será colhido. O que o Brasil tem plantado?
Marco Feliciano - 01/07/2025 14h20

A Bíblia Sagrada retrata, no Antigo Testamento, como a ira de Deus se manifesta. Essas histórias sempre pontuaram como as regras devem ser observadas por nós, seres humanos, tementes a Deus. O relato das dez pragas que caíram sobre o Egito são um bom exemplo disso.
No entanto, é importante destacar que nosso Deus não é um Deus vingativo, mas instituiu a lei da semeadura, como um norte a ser seguido, para que possamos usufruir das benesses celestiais. Ou seja, o que for plantado será colhido.
Então, quando essa regra não é seguida só constatamos miséria e destruição.
Em nosso querido Brasil assistimos, estupefatos, ao nosso governo entregando o país a Baal — divindade Cananeia. A adoração desse deus era vista como idolatria pelos israelitas, que adoravam apenas ao Deus Yahweh e sempre foram abençoados, não perdendo nenhuma guerra, mesmo quando lutavam contra exércitos muitas vezes mais numerosos. No entanto, quando aquele povo se afastava do Deus verdadeiro e se curvava a Baal as bênçãos eram retiradas.
É por isso que trago essa referência, pois, nossas derrotas têm acontecido em cascata. Sim, depois dos quase esquecidos Mensalão e Petrolão, tivemos o escândalo do roubo aos aposentados e pensionistas do INSS que chega a vários bilhões de reais, e que só poderão ser ressarcidos através dos cofres públicos. Também, há notícias de desvio no INSS através do seguro defeso que assiste a pescadores cadastrados na época da entressafra e tem sido pago a pescadores fantasmas em alguns municípios onde quase toda população adulta está registrada como pescadores, mas não o é.
E mais, a nossa eficiente Embraer, orgulho de nosso país, por culpa do desgoverno Lula teve cancelado um contato de 2,7 bilhões de dólares com o governo da Polônia para fornecimento de aeronaves regionais. O cancelamento foi motivado pelos rumos da nossa diplomacia apelidada de “anã” e que apoia a Rússia na guerra contra a Ucrânia; e também o Estado terrorista do Irã contra Israel e várias ditaduras sanguinárias ateístas marxistas.
Finalizo pedindo a Deus que nos livre de governos perdulários que corroem a força de trabalho do povo, mantendo a pobreza crônica que assola a nossa Nação. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos.
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Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. |
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