Uma equação muito simples

Ao constatarmos o caos financeiro que se instalou em nosso país com um Estado quebrado percebemos que isso tudo faz parte da cartilha de Lenin para a tomada do poder

Marco Feliciano - 11/12/2017 08h00

Meus amigos da Coluna Pleno.News, lhes cumprimento com a Paz.

Aproveito o espaço desta semana para responder a várias indagações que tenho recebido de pessoas de bem, que não conseguem entender atitudes manifestadas por personalidades conhecidas, respeitadas e com nível cultural acima da média. Eu me refiro a artistas e intelectuais que continuam a defender o nefasto projeto de poder do Partido dos Trabalhadores.

Queridos, essa equação é mais simples do que parece e nem precisamos da fórmula de Bhaskara para resolvê-la. Vejamos, em Cuba, a revolução dos Castro tomou o poder em nome do proletariado, como aconteceu com sua matriz Moscou. Mas, efetivamente, nunca o poder foi entregue aos trabalhadores. Isso, por 70 anos, em Moscou. E até hoje, quase 60 anos, em Cuba; com uma casta que se mantém no poder à custa do enorme sacrifício do povo. O mesmo se aplica a outros países próximos a nós, e por isso, desafio alguém a conseguir comprar uma cesta básica sequer na Venezuela de Chaves e Maduro.

Mas voltemos ao Brasil. O projeto de poder de Lula et caterva é, na realidade, implantar uma ditadura de esquerda, nos moldes que já citei, com um cérebro pensante, formado nas piores escolas marxistas cubanas e que atende pelo nome de José Dirceu; aquele da acintosa performance sambista na mansão do lago Sul de Brasília.

E, quando constatamos o caos financeiro que se instalou em nosso país com crescimento negativo do PIB, 13 milhões de desempregados, níveis de corrupção nunca vistos nessa envergadura em todo o planeta, as instituições políticas e judiciárias desacreditadas, enfim o Estado quebrado com um deficit público de quase 170 bilhões de reais, percebemos que isso tudo faz parte da cartilha de Lenin para a tomada de poder. Prova disso é a manipulação de pesquisas que dão ao candidato sr. Lula da Silva o primeiro lugar. Mas ele, nas reuniões que faz pelo país, não consegue plateia maior que poucas dezenas de pessoas. Isso é uma manipulação da opinião pública tão patente que não engana nem o mais desavisado cidadão.

Quando os esquerdistas do grupo de Dilma, Marighella, Lamarca, José Dirceu e outros assaltavam bancos e matavam quem se interpusesse a suas ações, eles rotulavam esses atos como expropriação. Ou seja, tomar aquilo que é do povo. Hoje é a mesma coisa, só que num volume imensamente maior. Mas para eles o fim – quebrar o Brasil – justificam os meios; portanto, não se enganem a respeito desses apoiadores, pois eles sabem muito bem o que estão fazendo.

Finalizo agradecendo a Deus por esta época, em que o espírito natalino nos faz mais solidários. Por Ele estar colocando, no coração de nosso povo, a luz da verdade sobre esses movimentos chamados de populares, mas que, na realidade, são massa de manobra para ateístas que usam de todos os meios para destruir nossas raízes cristãs. E peço as mais especiais bênçãos celestiais a todos!

Marco Feliciano é pastor, foi reeleito Deputado Federal por São Paulo com quase 400 mil votos e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.