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Um irmão que vem sendo alvo de pessoas inescrupulosas

O vereador Anderson Branco foi mal interpretado e vem sendo atacado

Marco Feliciano - 26/07/2021 12h20

Vereador Anderson Branco, de São José do Rio Preto Foto: Reprodução

Tal como na Idade Média, estamos vivendo numa época de verdadeira caça às bruxas, uma vez que – por força da imaginação fértil de pessoas inescrupulosas e de uma visão míope dos fatos – uma enorme perseguição religiosa vem se manifestando em nosso país. Desse modo, não podemos deixar de dar respostas à altura, pois querem calar a Igreja, que sempre se manifestou de forma pacífica e às vezes até silenciosa.

Isso vem acontecendo com nosso irmão Anderson Branco, vereador pela cidade de São José do Rio Preto. Ele foi mal interpretado ao postar uma figura abstrata de uma águia que sombreia um arco-íris e uma família e é segurada pela pata por mão humana. E, nesse contexto, essa mão, que não acentua etnia ou cor de pele (pode ser branca, amarela, preta), aponta apenas para sua condição de protetora da família.

Sendo assim, ninguém imaginaria que um “quadro” desses poderia abalar alguém. Contudo, este não é o caso de mentes deturpadas, como a de uma apresentadora do SBT que demonstrou uma ira desmedida, chegando até a se dizer “tremendo de raiva” – algo que não se espera de quem está num veículo importante como a TV para informar, e não fazer juízo de valor.

Por conta disso, a OAB de São José do Rio Preto chegou até a protocolar uma representação criminal no Ministério Público contra Anderson Branco. Mas eu pergunto: onde está o crime dele?

Por outro lado, o vereador Anderson, demonstrando sua conduta pacifista cristã, retirou a postagem de suas mídias sociais e pediu desculpas no caso de alguém ter se sentido ofendido com ela.

Para quem é de paz, encerra-se aqui o mal entendido. Mas, para pessoas sem assunto e que gostam de criar narrativas e conflitos, isso é levado ainda mais longe.

Por isto, cerro fileiras em defesa desse vereador e de outros tantos que manifestam vontade de proteger a família dos famigerados defensores da ideologia de gênero, que lançam, sim, seus tentáculos demoníacos contra a crianças inocentes por meio de propagandas LGBT em redes de fast food ou em desenhos lúdicos exibidos na Netflix.

Eu, tal como o vereador de São José do Rio Preto, carrego o peso de um mandato (como o de uma procuração em branco), dado a mim pela população para eu agir com todas as minhas forças em prol da defesa da família tradicional (composta por pai, mãe e filhos), sempre respeitando outras formações familiares – desde que estas não avancem sobre nossas famílias. E, tal como exclamou aquele vereador, repito: o mal sobre as nossas famílias não!

Sinceramente, não vejo tanta celeuma quando entidades – ditas “artísticas” – promovem desfiles com crianças em frente a adultos nus, quadros apresentando Jesus como um pervertido, atores introduzindo crucifixos em orifícios no corpo e muitas outras excrescências e alegam liberdade de expressão.

Em face disto, quero reiterar aqui que, na minha Bíblia Sagrada, muitas dessas atitudes são classificadas como uma abominação e que nela é dito que, para praticantes de determinados atos, o céu se fechará.

Reitero ainda que, no púlpito, enquanto Deus me der forças e voz, pregarei a Sua Palavra santa, sem me desviar um milímetro – doa a quem doer e sob qualquer risco.

Que Deus tenha misericórdia de quem perseguir um de Seus eleitos!

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.
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