Toffoli recua em decisão sobre relatórios do antigo Coaf

O ministro ponderou as diversas manifestações contra sua decisão

Marco Feliciano - 19/11/2019 17h45

Alô, irmãos e amigos que me dão a grande honra de me acompanharem no Pleno.News. Nesses tempos tão conturbados na política pátria, notícias chegadas da mais alta corte do país, o STF, dão conta do recuo do presidente Dias Toffoli na decisão de ordenar ao antigo Coaf que lhe enviasse relatórios de atividades financeiras envolvendo mais de 600 mil cidadãos. A decisão foi acertada, mas sem antes ter causado uma unânime comoção em todos os extratos sociais e, consequentemente, um generalizado repúdio.

O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição e deve operar como poder moderador, nunca como órgão ativista e provocador do direito. Essas funções são bem definidas das polícias e do Ministério Público. Aproveito para lembrar que pela sua porta aberta chegam, de forma aleatória, demandas de partidos de esquerda. Eles têm livre passagem e insistem em dar forma a monstrengos jurídicos com a única finalidade de intimidar adversários que não conseguem atingir no debate democrático, no único foro legítimo, a tribuna do parlamento.

Parabenizo o ministro Dias Toffoli por ter ponderado as diversas manifestações contra sua decisão e ter a coragem de se retratar e mostrar que a sociedade tem o direito de protestar e ser atendida em qualquer nível da administração pública.

Finalizo pedindo a Deus que olhe pelas nossas instituições para que cumpram seu papel da melhor forma e derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos.

Marco Feliciano é pastor, deputado federal por São Paulo e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

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