Por trás do Seminário Internacional, Os Fins da Democracia

Uma autêntica miscelânea do mesmíssimo, ou seja, nenhum convidado de diferente corrente filosófica para ao menos suavizar o vermelho forte do ambiente

Marco Feliciano - 30/10/2017 10h36

Tudo financiado com dinheiro público que o SESC obtém com subsídios governamentais, o que reputo de extrema gravidade

Chamo a atenção de vocês para transmitir uma notícia que eu preferiria não dar, tamanha a gravidade. Vem aí algo que irá fazer parecer que a exposição do Santander, o peladão do MAM, o filme do Marighela, as trans da novela são inocentes acontecimentos.

Vamos lá, o SESC Pompeia promove entre os dias 7 a 9 de novembro, o Seminário Internacional, Os Fins da Democracia. Entre intelectuais e ativistas convidados traz a Senhora Judith Butler, filósofa americana, que é nada mais nada menos que a criadora da Ideologia de Gênero. Traz também Susan Buck-Morss, professora de Filosofia Política na Universidade Cornell (EUA), filósofa feminista radical, a mais aguerrida militante da Ideologia de Gênero. Ela publicou diversas obras e entre elas, cito, Hegel e o Haiti, na qual aborda o tema da escravidão negra com uma visão maniqueísta.

Conta na programação ainda Monique David-Ménard, autora de As Construções do Universal, obra em que define seu pensamento filosófico numa frase: “porque definir a moralidade pela ideia” de que “para todo humano a lei vale”?. Wendy Brow, também filósofa feminista, cientista política, parceira com quem vive Judith Butler, e prega as mesmas ideias da Ideologia de Gênero. E, Wlademir Safatle, que dispensa comentários, filiado ao PSOL, marxista radical, discípulo de Sérgio Soros.

Isso cheira a revitalização da Escola de Frankfurt de Marcuse. Por si só é uma tragédia moral para nosso país, ainda mais com a presença da famigerada teórica de gênero, Butler, figura carimbada dos meios acadêmicos mundiais. Peço que me ajudem a avaliar negativamente a página do SESC Pompeia. Uma autêntica miscelânea do mesmíssimo, ou seja, nenhum convidado de diferente corrente filosófica para ao menos suavizar o vermelho forte do ambiente.

Enfim, uma plêiade de palestrantes adeptos da globalização, da desconstrução da família, da descristianização, tudo financiado com dinheiro público que o SESC obtém com subsídios governamentais, o que reputo de extrema gravidade. Solicitarei informações do Ministério da Indústria e Comércio e do Tribunal de Contas da União.

Finalizo, agradecendo a Deus por nos dar força para enfrentar esses monstros de sete cabeças que João muito bem definiu em seu livro, o Apocalipse, pois, parece que estamos no fim dos tempos·.

 

Marco Feliciano é pastor, foi reeleito Deputado Federal por São Paulo com quase 400 mil votos e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.