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Por que as pesquisas dos institutos são diferentes do que vemos nas ruas?

Devemos atinar sobre os institutos de pesquisa e seus financiadores

Marco Feliciano - 26/07/2022 13h07

Pesquisas apontam vantagem ao candidato que nas ruas é hostilizado Montagem: Pleno.News // Fotos: EFE e Pixabay

Muitos irmãos têm me indagado sobre as pesquisas de opinião para as próximas eleições, pois, pairam dúvidas sobre a lisura dessas inquirições. Até porque, há divergências entre o que se observa nas ruas, em manifestações efusivas ao candidato Jair Messias Bolsonaro, atual mandatário da Nação, e o contraponto ao também candidato, ex-presidiário Lula, que sequer pode sair às ruas sem ser tremendamente vaiado.

A pergunta é: Como as pesquisas apontam vantagem ao candidato que nas ruas é hostilizado e não para aquele que é recebido com entusiasmo? O povo não é burro, não mesmo.

Mas, o que acontece, é que o questionamento é estratificado em um determinado momento de conveniência a quem indaga. Ou seja, no mesmo momento pessoas que estão em um shopping, por exemplo, em momentos de lazer, se contrapõem a cidadãos que estão em uma fila para visita a um presídio. Isso é, o perfil das pessoas que respondem o questionamento é diferente, por causa do pluralismo social.

Também devemos atinar que esses institutos de pesquisa possuem financiadores; que, por coincidência ou, nem tanto assim, têm essas enquetes patrocinadas por plataformas financeiras que sempre mantiveram uma simbiose com os partidos de esquerda. Até porque, enquanto eles estiveram no poder, proporcionaram lucros fabulosos com trocas de favores entre si.

Aqui destaco instituições financeiras que, em pouco tempo de atividades, alcançaram valores de mercado superiores a instituições que estão há décadas em atividade. E espelham essa estranha genialidade no trato financeiro.

Por isso, é sintomático essas intervenções nos resultados pré-eleitorais com inversões gritantes do que se constata nas ruas. E que apenas confirmam o que aconteceu em 2018, quando todas as pesquisas apontavam derrota do então candidato Jair Bolsonaro que perdia para todos os outros em um segundo turno. Mas o resultado se apresentou totalmente diferente, graças a Deus.

Finalizo orientando a todos que pesquisas podem ser manipuladas na direção em que o interessado que financia quiser. Claro, não generalizo, mas alerto para estarmos e alertas e vigiar!

Peço que Deus nos livre de manipulações indevidas e derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo brasileiro.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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