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Os LGBTQIA+ tentam, de todas as formas, calar quem pensa diferente deles

Sofri perseguição na Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara

Marco Feliciano - 29/10/2021 13h35

Maurício Souza representou o Minas em Tóquio oto: Divulgação/FIVB

Muitos, assim como eu, já foram vítimas de ferrenhas perseguições por parte de grupos minoritários que tentam, de todas as formas, calar quem pensa diferente deles.

Refiro-me ao movimento LBGTQIA+, cujos membros já tentaram, de todas as formas, destituir-me durante minha permanência na Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. O objetivo deles era recolocar ali esquerdistas que distribuíam vultuosas verbas para seus encontros e faziam ataques às nossas crianças por meio da famigerada ideologia de gênero.

Lembro que fui hostilizado, juntamente com minha família, e que minhas filhas até foram “obrigadas” a ir para o exterior. Mas, enfim, graças a Deus, superamos isso.

Manifestantes contra o presidente da CDHM, pastor Marco Feliciano, em 2013 Foto: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados

Atualmente, fiquei muito triste ao ver notícia de que os lacradores do LGBTQIA+ agora atacam o grande jogador da seleção brasileira de vôlei Maurício Souza, que, a pedido dos patrocinadores do Minas Tênis Clube (Fiat e Gerdau), foi eliminado dos quadros do clube sem ao menos ter a chance de se defender, apesar de ele já ter se desculpado, explicando que não teve a intenção de ofender ninguém; apenas quis expressar sua opinião. Aliás, ficou claro ser esta a mesma opinião das milhares de pessoas que prestaram solidariedade ao jogador, com milhões de seguidores ingressando nas mídias sociais dele.

Também me causou estranheza a atitude do técnico da seleção brasileira de vôlei, Renan Dal Zotto, que declarou estar banindo Maurício Souza da seleção pelo fato de o jogador ser homofóbico. Penso que condenar um grande atleta a uma pena injusta e perpétua é algo digno de um circo de horrores, sem o mínimo senso de respeito e justiça.

Finalizo pedindo a Deus que ilumine os responsáveis por este lindo esporte, o voleibol, de modo que repensem suas intempestivas atitudes e devolvam ao povo de Minas seu ídolo.

Que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos brasileiros que ousam pensar diferente!

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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