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Os Correios precisam prestar um serviço condizente

A empresa acumulou prejuízo de quase R$ 4 bilhões entre 2013 e 2016

Marco Feliciano - 26/02/2021 13h11

Presidente da República, Jair Bolsonaro, entrega ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, o Projeto de Lei para tornar os Correios uma Sociedade de Economia Mista Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro entregou pessoalmente, no Congresso Nacional, o Projeto de Lei que trata da privatização dos Correios. O feito aconteceu na última terça-feira, na companhia dos ministros Paulo Guedes e Fábio Faria. O presidente entregou aos parlamentares a medida provisória que prevê a transformação dos Correios em uma sociedade de economia mista, quebrando o monopólio estatal e permitindo a livre concorrência. Isso visa agilizar a livre iniciativa a prestar um serviço condizente com as expectativas do povo, que cada vez mais faz uso das compras virtuais com entregas a domicílio.

Os Correios acumularam um prejuízo de quase R$ 4 bilhões entre 2013 e 2016 e tiveram resultados positivos de 2017 até hoje. Foram investidos milhões de reais em propaganda de resultados duvidosos, por tratar-se de uma empresa que mantém o monopólio sem concorrência no ramo. A empresa possui um quadro funcional inchado, o qual, na iniciativa privada, será maximizado com atuação específica por área geográfica, para redução de custos.

Empresas estatais costumam inchar demasiadamente onerando os cofres públicos, de onde sai o dinheiro para mantê-las. Privatizar é a medida acertada, e espero que, na sequência, venha a Eletrobras, a Petrobras e muitas outras.

Quando assisti, em horário nobre da televisão, à propaganda da Central Única dos Trabalhadores (CUT) – paga com dinheiro do trabalhador – contra a privatização dos Correios, tive a certeza do acerto das iniciativas do presidente Bolsonaro para privatizar os Correios.

Finalizo pedindo a Deus que ilumine meus colegas de parlamento para que aprovemos, com celeridade, essa privatização. Que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos!

Marco Feliciano é pastor, foi reeleito Deputado Federal por São Paulo com quase 400 mil votos e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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