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Os chilenos acordaram e agora lutam contra a esquerda

A proposta de uma nova constituição foi rejeitada neste domingo

Marco Feliciano - 05/09/2022 18h21

Gabriel Boric, presidente do Chile Foto: EFE/ Alberto Valdés

Por ampla maioria, nossos irmãos chilenos rejeitaram, neste domingo, a proposta de uma nova constituição. O resultado foi 68% contra e 32% a favor. Esses números são provas de que os chilenos acordaram do pesadelo de dar armas legais, por meio de uma nova carta magna, para o esquerdismo que ganhou as eleições, por um descuido, se perpetuar no poder.

Alguns gurus do Foro de São Paulo, agora mais “maduros”, pregam que não é ganhar as eleições somente; mas tomar o poder. E, o instrumento ideal para essa empreitada é uma nova constituição que extinga as forças armadas e dê lugar a uma Guarda Revolucionária – ou outro nome que se queira dar -mas que esteja sempre pronta a repressões violentas.

O Chile, nos últimos 30 anos, teve uma das economias mais pujantes da região; com sua população desfrutando de um padrão de vida em nível de primeiro mundo. No entanto, em pouco tempo de governo socialista o país já dá mostras de uma decadência econômica, fruto de decisões políticas equivocadas do governo de Gabriel Boric; apresentando queda do PIB e pessimismo em relação aos índices econômicos.

As esquerdas no Chile, como sempre, atribuem essa derrota de agora a fake news e à desinformação. Ou seja, às mesmas narrativas de sempre, próprias de maus perdedores. Mas, com a grande margem dessa derrota, podemos afirmar que os que se abstiveram na eleições presidenciais foram mais cautelosos e compareceram em massas ao plebiscito; projetando para o futuro que o país voltará aos trilhos de sua tradição conservadora cristã.

Finalizo agradecendo a Deus por atender nossas orações e iluminar o povo chileno nesse plebiscito e eles votarem contra essa tentativa de mudar os rumos do país para a esquerda. E peço que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo chileno.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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