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O vilipêndio a culto sofrido pela primeira-dama constitui crime

A perseguição religiosa e os ataques à fé cristã são frequentes

Marco Feliciano - 07/12/2021 15h27

Comemoração da aprovação de André Mendonça para o STF Foto: Instagram Michelle Bolsonaro

Manifestações religiosas são protegidas por lei. Essa proteção visa ao equilíbrio social entre os que têm sua fé estabelecida em um credo conhecido e outros que professem sua crença em religiões diferentes ou que sequer tenham uma religião.

Contudo, o que temos percebido em tempos recentes são flagrantes vilipêndios a culto, através dos meios de comunicação – o que constitui crime previsto em nosso Código Penal.

Bato sempre na mesma tecla da perseguição religiosa porque os ataques são frequentes e não se resumem a lugares distantes, onde a informação demora a chegar. Além disso, os intolerantes são como hidras de várias cabeças que teimam em nos envolver em polêmicas, a fim de esvaziar nossa razão.

Um dos grandes momentos para nós, evangélicos – que somamos 40 milhões de crentes em Deus e no Senhor Jesus e que, com muita honra, nos sacrificamos pelo evangelho – foi a indicação do pastor André Mendonça para uma vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF).

A batalha foi árdua. Houve muitas orações e jejuns para que o nosso irmão em Cristo conseguisse romper barreiras tidas como intransponíveis – como as gavetas do presidente da CCJ, senador David Alcolumbre, que, apesar de inúmeros apelos, fez ouvidos moucos e postergou por quatro longos meses a sabatina de Mendonça.

Mas, graças a Deus, essa etapa foi vencida, e, no mesmo dia da sabatina, a indicação de Mendonça foi levada ao plenário do Senado, e obtivemos a vitória definitiva que selou a escolha dele para o STF.

A festa foi geral em todo o Brasil, especialmente nos gabinetes de parlamentares aliados, onde as maiores lideranças evangélicas se reuniam. Inclusive, havia ali a ilustre presença da primeira-dama, Michele Bolsonaro, que, numa demonstração de fé e alegria (tal como vemos na Bíblia), dançou e comemorou, e, numa doce comunhão com o Espírito Santo de Deus, falou em línguas estranhas, o que para nós é o ápice do Pentecostes.

Mas, infelizmente, inimigos do governo e dos evangélicos despejaram impropérios sobre essa manifestação de fé da primeira-dama.

Eu jamais citarei o nome deles aqui, para não os remover de sua insignificância. Contudo, quero lembrá-los de que Deus previu perdão para quem comete quase todos os tipos de pecado; menos para quem blasfema contra o Espírito Santo, que ficou na terra justamente para a proteção e instrução da humanidade.

Finalizo pedindo a Deus que tenha compaixão desses desavisados que nos perseguem, mas também que Ele nos dê forças para lutarmos sempre pela liberdade de culto neste país abençoado que foi fundado aos pés da Santa Cruz.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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