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O TSE e a recusa em aceitar a ajuda das Forças Armadas

As FA têm expertise na área da tecnologia digital

Marco Feliciano - 11/05/2022 17h43

O primeiro turno do pleito acontecerá no primeiro domingo de outubro, dia 2 Foto: Abdias Pinheiro/SECOM/TSE

As Forças Armadas do Brasil possuem um enorme potencial na área de informática; além de contar com um quadro de pessoal de escol reconhecido na área acadêmica com referencial de técnica e disciplina. Em tempos de paz, todo esse potencial opera em apoio à área de ensino, indústria, agricultura; enfim, onde pode ser útil a entidades civis em diversas áreas da ciência.

A expertise das Forças Armadas na área da tecnologia digital é reconhecida em todo mundo, comprovada pela grande aceitação de equipamentos militares desenvolvidos pelos centros de pesquisas das armas. É também destaque na indústria de aviação que se originou na nossa Força Aérea, se expandindo para a área civil com a criação da Embraer, exportadora de aeronaves militares para todos os continentes.

Com certeza, devido a esse grande envolvimento das nossas FA com a tecnologia de ponta, foram convidadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para colaborarem com as eleições gerais de 2022. Convite este prontamente aceito pelo Comando das Armas. Ao se prepararem para essa missão, como sempre, os militares procuraram dar o melhor de si. E não ao contrário do que se poderia esperar, não se contentaram em ser meros espectadores apresentando planos de trabalho de alta capacidade em dados de informática a fim de colaborar com a execução de um pleito impecável, no quesito antifraude. O que sempre foi a expetativa de todos.

Mas, infelizmente, o que se constatou foi uma recepção estranha por parte das autoridades do TSE que recusaram as propostas de aprimoramento das técnicas de apuração, indo de encontro com a experiência dos técnicos militares. Uma colaboração dessas tem sempre o escopo de aprimorar, nunca de regredir ao que já foi alcançado. Mas o impasse foi criado e aguardemos o resultado de mais conversações a fim de encontrar um denominador comum para o bem de todos.

Finalizo pedindo a Deus que serene os ânimos entre autoridades que representam o povo, e que não haja projetos pessoais de poder. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos nós brasileiros.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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