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O que eu acho da indicação de Kassio Nunes ao STF

O desembargador é mestre e doutor em direito

Marco Feliciano - 09/10/2020 14h23

Kassio Nunes Marques Foto: Ramon Pereira/Ascom-TRF1

Meus amigos me perguntam: “Pastor, o que o senhor acha da indicação do desembargador Kassio Nunes para ministro do STF?”. Estudei todos os fatos relacionados à trajetória profissional do indicado e tirei uma conclusão. A escolha, por previsão constitucional, cabe ao chefe do Executivo. Na sequência, acontece uma sabatina do candidato no Senado da República. Condições prévias são reputação ilibada e notável saber jurídico. Elas são confirmadas pelo seu extenso trabalho frente ao judiciário Federal. Kassio é mestre e doutor em direito, isso confirma o notável saber jurídico, apesar dos inimigos procurarem picuinha em seus títulos curriculares.

O fato de Kassio ter sido nomeado desembargador para o TRF-1 por outro presidente não o desabona, nem o desqualifica. Era um outro momento e outra pessoa detinha a caneta. Sua postura profissional desde então tem nítidos traços conservadores. Salvo, claro, as mentiras assacadas contra ele no caso Cesare Battisti, onde atuou somente na parte jurídica, sendo a parte política responsabilidade do STF. Já a decisão final da permanência do terrorista foi do ex-presidente Lula.

Entre tantos nomes que estavam na mesa do presidente, eu confio que foi decidido o melhor para a administração do país. Se alguém discorda que me desculpe. Como evangélico atuante no parlamento estou feliz com a promessa do presidente de que a próxima indicação para o STF, prevista para o ano que vem, recairá sobre um nome “tremendamente evangélico“.

A sabedoria de um governante se mede pelos seus conselheiros. A Bíblia Sagrada tem inúmeros exemplos de reis que deveram suas sábias decisões a ótimos conselheiros. Nabucodonosor ouvia a Daniel, judeu e cativo. Faraó recorria a José, também judeu e cativo. O presidente Jair Bolsonaro tem nesse momento a difícil missão de escolher alguém para um dos maiores postos da República e não pode errar. Confio no seu feeling de quem quer o melhor para o país. Ao pedir direção a Deus, essa não lhe será negada. As reuniões ocorridas no final de semana foram de aconselhamento, o que denota humildade de quem conduz uma grande nação.

Finalizo pedindo a Deus que direcione o nosso presidente para que ele decida o melhor pra nação. Que o Senhor derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos nós brasileiros.

Marco Feliciano é pastor, deputado federal por São Paulo e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
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