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O que acontece com nossa nação irmã Argentina?

O país já foi riquíssimo, mas cada vez se aproxima da venezuelização

Marco Feliciano - 23/10/2020 14h22

Argentina: Pobreza atinge 40,9% da população no 1º semestre Foto: Pixabay

O que acontece com nossa nação irmã Argentina? Um país com a terra mais fértil do mundo, o pampa úmido. Um país que lucrou enorme fortuna fornecendo alimentos para as nações durante a Segunda Guerra. Na ocasião, especialistas afirmavam que governo algum conseguiria quebrar tamanha economia. A Argentina acumulou incalculável tesouro em ouro, moeda corrente em tempos de guerra.

A Argentina é uma das mais importantes parceiras comerciais de nosso país. Nos fornece trigo e peças automotivas, importa automóveis e tantos outros bens de consumo. Nós sempre tivemos relações especiais com nosso vizinho. Só divergíamos no futebol, cada qual com a sua paixão nacional.

Nas últimas eleições presidenciais, o Kirchnerismo se aproveitou da crise econômica que marcou os últimos dias do governo Macri. Assim, uniu as esquerdas em torno do então candidato Alberto Fernández, conseguiu a vitória e implantou um governo de esquerda afinado com o Foro de São Paulo.

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Durante as eleições argentinas, o presidente Jair Bolsonaro alertou o povo daquele país sobre o perigo da eleição de Fernández levar a uma venezuelização em suas fronteiras. Infelizmente, está ocorrendo, o déficit público e a fuga de capitais têm empurrado o país para uma severa recessão agravada pela pandemia.

Com o álibi da pandemia, o governo argentino testou a fórmula socialista de controle social decretando o mais longo lockdown do mundo. Confinaram seus cidadãos a quase cinco meses de isolamento. O feito foi contra todas as opiniões científicas que apontam para a circulação de pessoas fora dos grupos de risco com o objetivo de provocar a “imunidade de rebanho”.

É importante analisar as relações da Argentina com a China. Ela desembarca no país vizinho com grandes tentáculos. Eles vão desde a instalação de um observatório espacial chinês para missões a Lua na província de Neuquén até a criação de suínos em larga escala para consumo na China. O que vai de encontro a ambientalistas contra a instalação de frigoríficos que visam fornecer 9 milhões de toneladas de carne suína em 4 anos para o país asiático.

Finalizo pedindo a Deus que proteja o povo argentino das doutrinas totalitárias e da venezuelização. Que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos irmãos argentinos.

Marco Feliciano é pastor, deputado federal por São Paulo e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.
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