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O presidente Bolsonaro vê os cristãos como seus conselheiros

A importante reunião de lideranças evangélicas com o chefe do Executivo

Marco Feliciano - 09/03/2022 15h31

O presidente Jair Bolsonaro acompanhado do pastor Silas Malafaia Foto: MATEUS BONOMI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente Jair Bolsonaro convidou lideranças evangélicas e todos os parlamentares da Frente Parlamentar Evangélica para um café, na tarde desta terça-feira (8), no Palácio da Alvorada.

A reunião pautou pelo apoio do povo cristão ali representado e ao governo conservador que rege os destinos do nosso país. E, em contraponto, aos esquerdistas que, desesperadamente, procuram apoio dos evangélicos para as eleições deste ano. Digo com muita sinceridade que, respeitamos a vontade dos irmãos cristãos. Mas reiteramos que a doutrina cristã não coaduna com ideologias marxistas que pregam que a religião é o ópio do povo. Além de definirem como o único deus deles um Estado forte, que tudo pode.

Pesquise e verão que nos países em que essa política é adotada, as igrejas estão sendo destruídas e seus membros, exilados em campos de trabalhos forçados.

Durante a reunião de ontem, o presidente afirmou que dirige a nação “para o lado que os senhores desejarem”. Ao se referir a nós, evangélicos, nos ombreou como seus conselheiros e colaboradores mais especiais.

Alguns pastores e líderes de grandes denominações falaram abrilhantando a reunião. Entre tantos, cito o apóstolo Cesar Augusto, da Igreja Fonte da Vida. Ele lembrou da agressão à faca sofrida pelo presidente, enquanto candidato. O que fez o primeiro casal ir às lágrimas, num momento de rara emoção, entre todos os presentes.

Para o apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, “É necessário evitar um espinheiro no governo”. Ele enfatizou: “Não vamos permitir que o espinheiro governe o país”, se referindo à parábola do espinheiro, que está no texto bíblico de Juízes 9: 8-15. Concluiu dizendo: “Espinheiro não produz alimentos, não gera sombra. Mas apenas espinhos que sacrificam o povo…”.

Já o Pastor Silas Malafaia afirmou: “Bolsonaro acabou com a cultura da ‘corrupção e da roubalheira’ ao assumir o governo”. Ainda completou: “O que está em jogo não é paixão política, o que está em jogo é a nossa nação”.

Sem dúvida alguma, esse foi um encontro memorável. Do qual extraímos lições, aprendizados, fortalecemos a nossa fé e as diretrizes para uma nação que ande, verdadeiramente, nos passos de Deus.

Finalizo pedindo a Deus que nos mantenha unidos pelo bem de nosso país e contra ideologias anticristãs. Suplico ainda, que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo de Deus.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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