O passo atrás da Argentina com a legalização do aborto

O projeto de lei foi aprovado pela Câmara dos Deputados, mas espero que o Senado faça diferente

Marco Feliciano - 22/06/2018 14h58

Alô, amigos, alô, irmãos que me seguem na prestigiosa coluna do Pleno.News.

Permitam-me expressar minha mais profunda tristeza e indignação com a Câmara dos Deputados da Argentina. Ela deu um passo atrás com a aprovação do projeto que prevê a legalização do aborto.

O projeto de lei permite o aborto livre até a 14ª semana de gestação, sendo que, nessa fase, já temos uma criança formada e com todas as características genéticas delineadas. Portanto, um verdadeiro assassinato consentido. O que se esconde da mãe é que esse gesto impensado a acarretará problemas psicológicos irreversíveis durante toda a vida. Um filho não substitui outro, cada um tem a sua personalidade transmitida pelos pais.

O Parlamento se esquece de que o mundo colocou a Argentina em destaque internacional ao elevar um cidadão daquela nacionalidade ao mais alto cargo religiosos católico, o papado; e sua constituição é única e determina no Art. 2° que “O Governo Federal apoia a religião da Igreja Católica Apostólica Romana”. Todos sabem que a Igreja Católica e a Evangélica são visceralmente contra o aborto, isso já basta para uma profunda reflexão.

O projeto foi aprovado por 129 votos a favor e 125 contra. Os abortistas venceram por apenas quatro votos e espero que essa tendência seja invertida no Senado, já que o presidente Mauricio Macri afirmou que se o projeto for aprovado no Congresso, não o vetará e a matança de bebês terá início.

Finalizo pedindo a Deus que cale a voz de controladores da natalidade na casa alheia, tal qual o magnata George Soros. Ele investe milhões de dólares para aprovar essas leis abortistas nos países em desenvolvimento, defendendo interesses não muito claros. Peço ainda que o Senhor derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos os bebês nascituros.

Marco Feliciano é pastor, foi reeleito Deputado Federal por São Paulo com quase 400 mil votos e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.