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O frenesi da esquerda com as Forças Armadas

Nos governos petistas chegamos a ter 14 ex-guerrilheiros terroristas no primeiro escalão

Marco Feliciano - 07/06/2021 16h24

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Bolsonaro e Pazuello Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Nos últimos 30 anos, é notório o carinho do povo brasileiro pelas duas entidades mais respeitadas e queridas em nossa nação: a Igreja e as Forças Armadas. E são inesquecíveis as demonstrações de gratidão dos brasileiros às forças militares por seu papel ativo na proteção das nossas fronteiras e na garantia da nossa liberdade, frente às tentativas de alguns de impor regimes totalitários em nossa pátria.

O fato de o nosso presidente Jair Bolsonaro ser oriundo do Exército brasileiro (do qual saiu como capitão por ter sido eleito para o cargo de vereador na cidade do Rio de Janeiro) causa um frenesi nas esquerdas que tentam, de todas as formas, ligar o currículo dele a fantasias de autoritarismo e criticam a escolha de militares para cargos importantes no governo (como se isso fosse algo inoportuno), mas se esquecem de que, nos governos petistas, chegamos a ter 14 ex-guerrilheiros terroristas no primeiro escalão administrativo.

A escolha do general Eduardo Pazuello como ministro da Saúde mostrou-se acertada. Ele é um militar com extenso currículo na administração pública e já teve um papel importante nas Olimpíadas. Oficial de intendência, ele é um especialista em logística e, durante a pandemia, deu um grande impulso na dinâmica de instalação de hospitais de campanha e na distribuição de insumos no Brasil. Contudo, sofreu um enorme boicote por parte de governos estaduais que se opõem ao governo central, inclusive por ter sido combativo no desvio de verbas federais da Saúde distribuídas a estados e municípios. Isso se comprovou pelo fato de governadores e secretários de Saúde terem sido presos e processados por desvio de recursos da pasta.

Quando se mexe em vespeiros, é muito difícil não ser atacado por esses insetos. Foi o que aconteceu com o general Pazuello. Ao deixar o governo, ele teve seus passos seguidos por uma matilha de esquerdopatas ávidos por sangue. E estes, não encontrando nada que o desabonasse, pegaram uma questiúncula (o fato de Pazuello participar de uma motociata com o chefe das Forças Armadas) para acusá-lo de transgressão disciplinar e exigir uma punição exemplar por parte do comando do Exército.

Nunca se viu a esquerda tão unida tendo um alto oficial do Exército na mira de suas investidas pérfidas. Mas a esquerda se esqueceu de que, se o general Pazuello estava junto ao chefe das Forças Armadas, qualquer autorização que fosse necessária para isto estaria implícita, ainda mais não sendo aquele um ato de natureza política.

Parabenizo o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, comandante do Exército, por sua sensatez de aceitar os argumentos do general Pazuello de que não se tratava de ato político, e sim de um encontro entre amigos, para um passeio de moto.

Finalizo pedindo a Deus que acalme os esquerdistas inconformados com o sucesso alheio e que os faça enxergar o mal que fizeram ao país.

Que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos cidadãos de bem!

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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