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O ditador Ortega condenou padres e pastores por discordarem de seu modo sanguinário

Além disso, Daniel Ortega proibiu as procissões religiosas durante a Páscoa

Marco Feliciano - 27/02/2023 16h03

Lula e o ditador Daniel Ortega Foto: Fernando Bizerra Jr/EFE

Karl Marx, o famigerado criador do marxismo ateísta, afirmava ser a religião o “ópio do povo”. Por que essa preocupação com a fé? Isso é fácil de explicar, pois é com a fé que o homem se liberta dos grilhões de Satanás. Também, por que a Igreja, através dos séculos, foi a mola propulsora das verdadeiras liberdades.

Esse fato se comprova desde a Igreja primitiva, quando os crentes desafiavam o poder de reis poderosíssimos, mesmo correndo o risco de ser atirados aos leões, até chegarmos a Stálin, Mao Tsé-Tung, Pol Pot, Hitler, Fidel e, nos dias atuais, Ortega, na Nicarágua.

Esse ditadorzinho, amigo do descondenado, condenou a penas longas padres, pastores e bispos de seu país, apenas por eles discordarem de seu modo sanguinário e assassino de governar aquele país. Onde, por meio de eleições fraudadas, mandando prender seus opositores, ele se perpetua no poder.

Quando regimes comunistas perseguem a Igreja estão dando legalidade a Satanás para cobrar resultados, tornando mais próximo seu próprio fim.

Notícias recentes, vindas da Nicarágua, dão conta de que o governo do ditador Daniel Ortega proibiu as procissões religiosas durante a Páscoa. Prova latente de que uma manifestação pacífica e ordeira incomoda o mundo das trevas, representado pelo totalitarismo sanguinário que já executou centenas de manifestantes que ousam discordar desse governo.

O mundo está ciente dessa violência contra a Igreja, quando padres e pastores são presos apenas por pregar o Evangelho de Cristo.

Finalizo agradecendo a Deus por nos oferecer esse fardo, que nós, como sua Igreja, carregamos com honra até o fim dos tempos, que está próximo.

E peço que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo oprimido do mundo, pois sabemos que as muralhas do Jericó moderno virarão pó em breve.

Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.
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