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O complô internacional para desconstrução da família tradicional

Grupos alegam que a língua portuguesa é preconceituosa e machista

Marco Feliciano - 04/08/2021 14h55

Colégio Franco-Brasileiro 'inova' e adota gênero neutro
Projeto de Lei que pretende proibir linguagem neutra nas escolas será votado na Alerj Foto: Reprodução

Peço um minuto de atenção de vocês – pais, mães, avôs, avós, tios, familiares, enfim, de todos os cidadãos de bem desta nação. Estamos sendo vítimas de um complô internacional com a finalidade de desconstrução da família tradicional, conforme o modelo bíblico. Mas não custa repetir milhões de vezes (se for necessário) que eles não vão nos vencer pelo cansaço.

A mais recente investida contra a família é a famigerada “linguagem neutra”. O que é esta “linguagem neutra”? É o uso de novas formas de flexão de gênero (por exemplo, todxs, todes ou todis, em vez de todos ou todas; elu ou eli, em vez de ele ou ela; delu ou deli, em vez de dele ou dela; menine, em vez de menino ou menina; irme, em vez de irmão ou irmã), proposta por alguns grupos que alegam que a língua portuguesa é preconceituosa e machista. Contudo, essa nefasta “linguagem neutra” só é defendida por professores e pedagogos de formação esquerdista, oriundos das escolas petistas que, nos últimos 14 anos, investiram em doutrinação marxista de desconstrução familiar.

Confirmando essa premissa, o Partido dos Trabalhadores (PT) ajuizou uma ação no STF contra um decreto estadual do governo de Santa Catarina que proíbe o uso de termos sem flexão de gênero em escolas e órgãos públicos locais. O PT alega que o decreto catarinense atenta contra os princípios constitucionais da igualdade, da não discriminação, da dignidade humana e do direito à educação, ao não permitir o uso de termos não binários. Essas alegações da cúpula do PT são surreais, inacreditáveis! Portanto, devemos externar nossa indignação e nosso repúdio a tão nefasto avanço sobre nossas tradições e costumes.

Finalizo pedindo a todos que cerrem fileiras contra essa agressão às nossas crianças em formação, pois esses conceitos alienígenas de falsas igualdades de sexo/gênero promovem confusão pré-fabricada, a fim de gerar novas formas de comportamento, o que, com certeza, fomentará depressão e sofrimento.

Que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos nossos jovens!

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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