O acordo histórico entre Donald Trump e Kim Jong-Un

De um lado um país cristão e do outro lado um governo dos mais fechados do mundo

Marco Feliciano - 12/06/2018 11h59

Os dois presidentes assinaram acordo pela desnuclearização Foto: EFE/Kevin Lim/The Straits Times

Alô, amigos, alô, irmãos, que me acompanham no espaço do Pleno.News. Assistimos com grande expectativa a reunião de cúpula entre o chefe dos Estados Unidos da América, Donald Trump, e o da Coreia do Norte, Kim Jong-Un.

De um lado um país cristão, com ampla liberdade individual e regido por um gabinete presidencial que inicia seus trabalhos com uma oração a Deus pelas graças alcançadas. De outro, um dos governos mais fechados do mundo, ateísta e onde a simples posse de uma Bíblia pode levar o cidadão a uma condenação à morte.

Um governo que ameaça o mundo com uma guerra total, pois possui um enorme arsenal nuclear voltado para uma intimidação de seus vizinhos Japão e Coreia do Sul. Fatalmente leva de roldão seus fiadores China e Rússia, potências militares de primeira grandeza.

Assistimos aí o que podemos sintetizar em “o bem contra o mal”. Toda a humanidade depende deste acordo que busca evitar conflitos que podem tomar vulto incontrolável nas relações entre nações. A desnuclearização se faz necessária por evitar que armamentos de destruição em massa caiam nas mãos de déspotas inconsequentes.

Finalizo pedindo a Deus que ilumine os governantes envolvidos nessas reuniões entre Estados Unidos e Coreia do Norte. Que soluções sejam alcançadas para o bem de toda humanidade e Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos.

Marco Feliciano é pastor, foi reeleito Deputado Federal por São Paulo com quase 400 mil votos e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.