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Na inquisição do Jornal Nacional, o tiro saiu pela culatra

Quem perdeu o controle foram os entrevistadores da Globo

Marco Feliciano - 23/08/2022 16h35

Bolsonaro participa de entrevista no Jornal Nacional Foto: Divulgação

O Brasil parou para assistir ao que deveria ser uma sabatina entre a maior rede de televisão do país e um candidato à Presidência da República; mas, infelizmente, o que se viu foi um verdadeiro “Tribunal da Inquisição”.

Estava clara a intenção dos jornalistas, William Bonner e Renata Vasconcelos, de forçar o presidente da República, em pleno exercício do cargo, a se exasperar e responder às perguntas de forma mais intempestiva. Mas o tiro saiu pela culatra; pois, quem perdeu o controle foram os entrevistadores que interrompiam o sabatinado quando a explanação ia de encontro às suas expectativas.

Sorrisos marotos e muxoxos do apresentador foram demonstrações da falta de isenção com a importância do evento assistido por milhões de brasileiros, que esperavam uma postura condizente com a tradição da emissora.

O presidente Jair Bolsonaro foi brilhante quando elencou seus melhores ministros e suas respectivas atuações, de forma inquestionável. O que se tornou indelével na mente de todos nós, brasileiros.

Foi um dia muito triste para o jornalismo, no qual o ridículo tomou conta da tela, porque qualquer pessoa de mediano entendimento constatou o esforço da dupla de apresentadores em colocar o entrevistado em uma “saia justa”. Mas o que se viu foi exatamente ao contrário: um estadista de escol com uma explanação clara dos feitos de seu governo, e das forças contrárias fazendo de tudo para o país naufragar.

Finalizo constatando a unanimidade que o presidente Bolsonaro atingiu, em todos os seguimentos sociais, com sua postura calma e serena ante tamanha hostilidade. E peço a Deus que dê forças ao nosso chefe maior para que leve este barco chamado Brasil a águas calmas; e derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo brasileiro.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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