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Inteligência artificial: Nada substitui a presença humana e o dom de Deus

É feito um grande alarde sobre o perigo da IA vir a tomar o nosso lugar; o que não passa de teoria da conspiração e alarmismo

Marco Feliciano - 23/05/2024 19h31

Cérebro cibernético
Inteligência artificial Foto: Pixabay

Vamos falar da inteligência artificial; que, na realidade, não se trata de inteligência como a que somos agraciados, mas aquela que, pela capacidade da ciência através de softwares complexos que analisam o comportamento humano imitam o conjunto de nossos comportamentos e atua no sentido de colaborar em nossas necessidades. Muitas vezes, através de aparelhos sofisticados, por exemplo, um médico pode analisar imagens, em uma cirurgia, com detalhes impossíveis de serem percebidos sem o uso da tecnologia moderna. Na verdade, em nosso dia a dia, já somos atendidos por uma gama de recursos inerentes à IA, como, assistentes de voz, reconhecimento facial, algoritmo nas redes sociais e muitos outros.

No entanto, é feito um grande alarde sobre o perigo da IA vir a tomar o nosso lugar, sim dos humanos; o que não passa de teoria da conspiração e alarmismo, porque a máquina opera com limites impostos pelo homem e pronto. O fato é que nada substitui a presença humana e o dom de Deus, que foi o sopro divino nos concedido na Criação. Por exemplo, nossas habilidades inatas atravessaram os séculos, com os mais modernos instrumentos de cálculo disponíveis, porém, ainda hoje, as pessoas simples da China usam o ábaco (esferas enfiadas num bambu ordenadas em grupos) que executam qualquer cálculo matemático em segundos, rivalizando com os métodos atuais.

Nós, cristãos, temos disponível a qualquer tempo o poder da inteligência natural, a verdadeira, vinda de Deus com inúmeros exemplos bíblicos. Vejamos, em Gênesis 1:1: “No princípio Deus criou o os céus e a terra”. Também, Jeremias 1:5: “Antes que te formasse no ventre, te conheci, e antes que saísses da madre , te santifiquei às nações te dei por profeta”. Ainda, Isaías 40:26: “Olhem para os céus, quem criou as estrelas? Ele as faz sair como um exército, uma após outra e chama cada uma pelo nome. Por causa de seu grande poder e força incomparável, nenhuma delas ousa se ausentar”. O grande poder de Deus se manifesta em sua Palavra, no Evangelho de Jesus, que na sua jornada na Terra demonstrou seu poder por meio de sinais; para nós, os milagres. 2 Crônicas 12:6: “A nossa força é limitada, mas à força e ao poder de Deus não há quem possa resistir”. Com o advento de Jesus o poder de Deus foi confirmado com vários sinais de milagres sobejamente conhecidos no Novo Testamento.

Nós, cristãos, temos a primazia de invocarmos a presença do Eterno, a qualquer hora e em qualquer lugar, sem a necessidade de acessórios artificiais. O que nos livra de depressão e crises existenciais. Alguns cristãos que têm dificuldade de convivência, são os desigrejados; fenômeno ocasionado pela pandemia. Mas já percebo uma saudável reversão, com as igrejas voltando a ser o centro social e de fé do povo de Deus.

Finalizo agradecendo a Deus a presença de sua divina inteligência entre nós e pedindo que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos.

Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.
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