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O avanço de conflitos religiosos e a importância de vigilância e preservação dos valores no Brasil

Marco Feliciano - 13/04/2026 16h36

Eu sempre afirmei que a grande ameaça ao mundo nos próximos 100 anos seria a proliferação do fundamentalismo islâmico radical, que não admite controvérsias, mas exige a submissão total de todas as crenças ao islamismo. Segundo essa visão, há a previsão de que toda a Europa e os Estados Unidos se convertam ao islamismo nas próximas décadas.

Agora, no Japão, milhares de pessoas têm saído às ruas em protesto contra a construção de uma enorme mesquita ao lado do Santuário Xintoísta de Samukawa Shrine. Para muitos, não se trata de adesão, mas de invasão. Há relatos de que, com o tempo, grupos passam a exigir tributos da população nativa, inclusive com ameaças.

Ao longo da história do mundo, sempre existiram dominações políticas, mas, em muitos casos, foi possível manter a liberdade religiosa. O que não teria ocorrido, segundo essa visão, em contextos de domínio islâmico mais radical, onde prevalece a ideia de intolerância aos que não compartilham da mesma fé.

Graças a Deus, em nosso país, as tradições judaico-cristãs estão profundamente enraizadas, o que torna mais difícil qualquer tipo de influência externa nesse sentido. Ainda assim, é necessário orar e vigiar, pois o inimigo age de forma sorrateira.

Finalizo pedindo a Deus que nunca deixe apagar a luz da fé do povo brasileiro e que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre o nosso país.

Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.
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