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Em uma guerra, não há vencedores nem vencidos

Nessa batalha, as vidas perdidas são irrecuperáveis

Marco Feliciano - 01/03/2022 13h45

A Europa é o berço da civilização Ocidental. Ela nos deu filósofos de rara inspiração como Sócrates, Platão, Sêneca e tantos outros. Isto se formos pensar apenas na criação do pensamento e da filosofia.

No entanto, na mesma Europa, durante milênios houve guerras e muitas batalhas por causa de nações, etnias e até mesmo de religiões. O último deles foi o grande conflito da Segunda Guerra. A partir de seu fim, foram delimitadas as modernas fronteiras europeias, que mais tarde foram reajustadas após a guerra da Bósnia.

No entanto, nas últimas décadas, foram pautadas regras de bom comportamento entre as nações. Estas impingiram a chamada “pauta verde”, que é a favor do meio ambiente e da sustentabilidade. Isso engessou a política de países que ainda dependem da queima do petróleo e da energia nuclear. Na contramão, há países tidos como “bonzinhos”. Eles fizeram sua lição de casa e transformaram o modal energético, tornando-se vulneráveis ao petróleo e ao gás.

Porém, a situação atual é que aquele que outrora era o “bom vizinho” é o atual vilão e invadiu a Ucrânia. Essa invasão deixou países aliados, antes potências com poder de barganha, com o “chapéu na mão”. Ou seja, eles não podem socorrer o aliado que é vítima de um ataque militar e, pior, que se encontra em um continente descristianizado, com um imenso avanço do Islã – que, por sua vez, não enxerga europeus como irmãos, mas como infiéis. Para completar esse triste quadro, sofre forte influência chinesa.

Espero que o bom senso volte a prevalecer, pois só assim líderes belicosos entenderão que, em uma guerra, não há vencedores nem vencidos, tendo em vista que uma só vida perdida é irrecuperável – e esse resultado de destruição é tão trágico quanto o do templo em Jerusalém.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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