Diga não à volta do PT

Nós, cristãos, temos o poder de provocar uma reação oposta nas urnas

Marco Feliciano - 21/09/2018 11h39

Alô, amigos; alô, irmãos que me acompanham aqui no Pleno.News. Faltando 17 dias para as eleições, chamo a atenção para o grande perigo que corremos: a volta do PT ao protagonismo em nosso país.

Por que digo isso? Pela manipulação das pesquisas eleitorais que fazem candidatos sair de índices mínimos, e num passe de mágica se transformar em favoritos. Isso indica a possibilidade de uma volta daquilo que já expurgamos, mas tal qual uma fênix do mal periga renascer. Claro, a não ser que nós, cristãos, nos conscientizemos e provoquemos uma reação oposta nas urnas.

Estamos assistindo a uma comédia bufa com o candidato Fernando Haddad, a marionete do presidiário de Curitiba, Luís Inácio Lula da Silva. Haddad é candidato à Presidência, numa vergonhosa subserviência, com obrigatórias visitas semanais ao presídio para receber ordens. Isso é tal e qual o crime organizado que comanda suas ações de dentro dos presídios. Este candidato foi alçado de uma derrota nas eleições para se reeleger como prefeito da cidade de São Paulo. Ele teve a maior rejeição da história das eleições na cidade. E de repente, se encontra entre os primeiros colocados nas atuais pesquisas para a eleição para presidente.

Agora, é importante destacar que essas pesquisas foram realizadas por empresas envolvidas na Lava Jato, também outras delas ligadas a jornais com viés esquerdista, numa rocambolesca armação com claras intenções inconfessáveis.

Outro candidato que é apresentado como possível concorrente no segundo turno com Jair Bolsonaro é Ciro Gomes. Este também é ligado ao petismo, tendo sido ministro no Governo Lula. E que, agora, sempre que perguntado evita falar sobre seu eterno chefe: o ex-presidente.

Ciro tem como bandeira de campanha limpar o nome das pessoas do SPC. Mas omite que, para isso ser possível, o devedor deve apresentar mais 10 devedores; para que, numa fiança mútua se habilite a ter o nome limpo na praça. Tal ideia torna esse mecanismo impossível, um verdadeiro “pau de sebo”. Quem é do interior sabe do que estou falando. Então, um homem com a carranca dos “coronéis” que, quando não ganha no grito e no palavrão, parte para a agressão física, (como fez semana passada com um radialista que o interpelou) também está à frente nas pesquisas.

Precisamos estar de olhos abertos, porque Lula, Haddad e Ciro são “farinha do mesmo saco”.

Marina Silva despencou nas pesquisas e deverá reaparecer daqui a quatro anos novamente, trazendo propostas de plebiscito para assuntos os quais ela deveria ter opinião formada, como o aborto; já que propala sua formação cristã evangélica.

O candidato Geraldo Alckmin teve a última chance de se apresentar como candidato viável, pela sua trajetória e pela capilaridade do seu partido nacionalmente. Mas não decolou em seu estado e, lamentavelmente, não será desta vez.

Portanto, meus irmãos, com tantos percalços, e uma terrível agressão com o objetivo de morte para o candidato Jair Bolsonaro, a luta está sendo árdua e só nos resta um cartucho. Portanto, não devemos desperdiçar munição.

Então, dia 7 de outubro, sem dúvida, devemos sufragar nas urnas o nome de Jair Bolsonaro, para, numa vitória esmagadora no primeiro turno, confirmar o que se vê nas ruas: o maciço apoio a quem se apresenta sem máscaras, numa sinceridade há muito não vista. E o principal, elevando o nome de Deus acima de todos.

Finalizo pedindo a Deus o pronto restabelecimento do futuro presidente Jair Bolsonaro e que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo brasileiro.

Marco Feliciano é pastor, foi reeleito Deputado Federal por São Paulo com quase 400 mil votos e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

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