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CPI da Covid: Esperávamos dignidade para com a casa legislativa

O que vimos nesse início foram arroubos de prepotência pelos mesmos esquerdistas

Marco Feliciano - 07/05/2021 14h39

Comissão realiza oitiva do ministro da Saúde

Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) é um instrumento investigativo conduzido pelo Poder Legislativo que faz da casa legislativa uma comissão para tomar informações por meio de depoimentos de pessoas ligadas ao tema em tela.

Todas as vezes que se instala uma CPI as atenções do país se voltam favoravelmente ao atos praticados em sua vigência. Sempre foi assim: homens e mulheres eleitos pelo povo agindo no estrito cumprimento dos anseios populares em relação a assuntos que dizem respeito ao bem maior de todos.

Com a recente instalação da CPI da Covid, não se esperava outro comportamento que não o da dignidade para com a casa legislativa, no caso o Senado Federal. Mas o que vimos nessa fase inicial foram arroubos de prepotência por parte dos mesmos esquerdistas do colegiado, os quais não fazem questão de disfarçar que a única e clara intenção dessa Comissão é atacar e tentar incriminar o presidente Jair Bolsonaro por crimes que só existem em suas mentes nefastas e criminosas. Assim, eles caluniam um homem eleito por 57 milhões de patrícios e que, no último primeiro de maio, teve a confirmação do apoio popular na maior manifestação que a avenida Paulista jamais viu (e em dezenas de outras cidades desse país).

As testemunhas ouvidas até agora nesta CPI (que já pretendia colaborar com as intenções da esquerda pululante, louca por um holofote global) conseguiram responder sem cair nas armadilhas de parlamentares esquerdistas que, com a única intenção de incriminar inocentes,,insistem nos mesmos chavões de tratamentos sem comprovação científica, sendo que as próprias vacinas, devido ao tempo escasso, ainda estão em testagem e que recursos imensos foram disponibilizados aos governos estaduais e municipais.

Quanto à lisura de seus membros, uma declaração da Senadora Simone Tibete resume tudo: “Não é porque um governador desviou recurso federal que ele deve ser investigado”. Para esta senhora, o roubo aos cofres públicos tem menos importância do que ilações sobre uso ou não de medicamentos defendidos por parte expressiva da classe médica; medicamentos usados há décadas sem o escárnio desses mesmos críticos que, quando algum familiar cai enfermo, tomam até chá de ipê roxo.

O surreal foi o massacre perpetrado por algumas figuras carimbadas do Senado ao ministro da Saúde Marcelo Queiroga, que parecia estar no porão de uma delegacia de polícia cubana. Ele foi inquirido dez vezes sobre sua opinião sobre o tratamento precoce contra o coronavírus. Isso se configura um constrangimento ilegal à testemunha. Mas o ministro se saiu com fidalguia.

Destaco a posição firme dos senadores governistas, que puxaram o freio da cavalaria rusticana que encenavam uma ópera bufa, a fim de saciar suas hostes esquerdistas ávidas por sangue, o que não ocorrerá, pois, como é dito na Bíblia Sagrada: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32).

Finalizo agradecendo a Deus por tirar as traves dos olhos do povo nessa hora difícil de pandemia, quando devemos cerrar fileiras para defender a saúde de todos.

Que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo povo brasileiro!

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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