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Brasileiros que se digladiam visando interesses escusos

Além da pandemia, o país atravessa um pandemônio

Marco Feliciano - 08/05/2020 17h45

Plenário do STF Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Alô, irmãos e amigos que me dão a honra de me acompanharem no Pleno.News. Nossa República atravessa uma terrível pandemia que ceifa milhares de vítimas atacadas pelo novo coronavírus. Nossas autoridades têm se desdobrado para atender as necessidades médicas e sanitárias para conter o vírus. Infelizmente ele apresenta curvas ascendentes e descendentes de proliferação em todo o mundo. Por aqui esperamos que antes que os efeitos sejam catastróficos, eles cessem e possamos voltar à normalidade.

Mas, concomitantemente, atravessamos um pandemônio, onde irmãos brasileiros se digladiam visando interesses escusos. Claro, sempre tentando dificultar o governo legitimamente eleito de Jair Bolsonaro. Jornalistas de periódicos centenários estavam acostumados com a política de troca em 16 anos de governos perdulários com o dinheiro público. Agora eles veem as torneiras do desperdício serem fechadas e partem para o ataque desenfreado contra 57 milhões de eleitores que se fartaram da roubalheira.

O que me causa espanto é a cumplicidade de autoridades do mais alto quilate da República com esses desvarios desestabilizadores. Pessoas insignificantes no cenário pedem o impeachment do Presidente da República e o pior são atendidas por eminentes ministros do STF. A mais alta corte do país ainda define prazo exíguos pelos seus padrões para que o presidente da Câmara dos Deputados avalie. Como se fora uma sangria desatada como dizemos no interior.

Em outro procedimento da corte, o decano ministro Celso de Mello ordenou à Polícia Federal que intime três generais da mais alta patente para serem testemunhas. O inquérito investiga as denúncias do ex-ministro Sergio Moro contra o presidente Jair Bolsonaro por supostos crimes. O caso já foi esvaziado após sua oitiva na Polícia Federal no último sábado, Moro não apresentou provas cabais, mas sim evasiva.

Os generais foram chamados com termos fortes e desnecessários tais como condução coercitiva sob vara, o que lembra a arcaica constituição imperial de 1832. Um desrespeito à própria decisão do STF que aboliu a condução coercitiva após ser usada contra o ex-presidente Lula. E o respeito à história desses nobres militares que deram mais de 50 anos de suas vidas em defesa de nossa soberania?

Finalizo pedindo a Deus que ilumine nossas autoridades para que coloque o país acima de suas vaidades pessoais. Que o Senhor derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo brasileiro.

Marco Feliciano é pastor evangélico e vice-líder do governo Bolsonaro no Congresso Nacional.
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