As lutas no Brasil da Idade das Trevas
Em todas as transições, entre as tradições judaico-cristã para o comunismo, a perseguição religiosa se acentua
Marco Feliciano - 02/10/2025 16h45

O Brasil, infelizmente, está passando por uma verdadeira Idade das Trevas. E isto venho denunciando desde que assumi uma cadeira no legislativo pátrio, representando centenas de milhares de brasileiros; em sua maioria cristãos evangélicos e católicos; mas, parece não ter fim.
A gravidade que constato nessa perseguição religiosa, com ênfase no judiciário, é que qualquer menção atribuída por pastor evangélico a entidades do folclore religioso sem conotação com nenhuma religião de nossa plêiade espiritual estabelecida, transforma-se em munição para que caçadores de recompensas caiam como abutres sobre a classe eclesiástica. Dessa maneira, é enorme o número de processos de perdas e danos por menções a entidades do nosso folclore; como feiticeiras, caboclos, tranca-ruas, maria mulambo, preto velho; todos sem nenhuma ligação com nenhuma religião afro. Pois, até para essas religiões, estas seriam entidades do mal; portanto, indefesáveis perante qualquer organização religiosa.
No entanto, juízes e tribunais, por todo o país, têm agido com mão de ferro contra pastores, transformando simples opiniões em crimes. Como aconteceu com um pastor de Pernambuco; Aijalon Heleno Berto Florêncio; condenado a 12 anos de prisão, entre regimes aberto e semi-aberto, além do pagamento de multas e indenizações de grande monta, por palavras proferidas que, supostamente, tem cunho preconceituoso.
O que é sintomático é que em todas as transições registradas no mundo, entre as tradições judaico-cristã para o comunismo ateísta leninista trotskista, a perseguição religiosa se acentua. Dessa maneira, pequenas referências a entidades não pertencentes a nenhuma seita religiosa são abraçadas com ênfase tal que processos provocados por questiúnculas se transformam em condenações criminais e multas milionárias.
Quero salientar o seguinte: estamos irmanados no Parlamento, conservadores e verdadeiros religiosos, tal qual atalaias firmados na Rocha.
Finalizo pedindo a Deus que toque no coração de nossos juízes para que julguem com parcimônia, de acordo com os preceitos bíblicos da justa justiça. E que Ele derrame as mais ricas bênçãos celestiais a todo o povo Dele.
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Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. |



















