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A oposição e o festival de besteira que assola o país

Pela lógica reversa se constata os acertos do governo

Marco Feliciano - 30/06/2020 12h05

José Simão, atual colunista da Folha de S. Paulo, diz que somos o país da piada pronta. Já na década de 60, o cronista Sérgio Porto, com o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, citava o Febeapá (O Festival de Besteira que Assola o País). Com a oposição que o governo enfrenta, tudo se torna muito fácil. Basta você acompanhar o que eles se colocam contra e, pela lógica reversa, constatar os acertos do governo. Vão contra tudo, na tese do quanto pior, melhor.

O auxílio emergencial de R$ 600 proposto pelo presidente Jair Bolsonaro alcançou cidadãos brasileiros que nunca haviam desfrutado da plenitude da cidadania. Muitos nem documento de identidade e CPF possuíam. Esse foi o maior plano de assistência social que se tem notícia em emergências ocasionais.

Eu que vim de uma família pobre sei quanto é importante por no bolso uma quantia tão expressiva e poder comprar alimentos, roupas, calçados e navegar na verdadeira democracia, a do estômago e do bem-estar!

Enquanto o presidente Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes decidiam o valor inicial do benefício surgiram boatos de que seriam R$ 200. A oposição tentando quebrar as finanças propôs R$ 500, mas quebrando a cara da oposição o governo concedeu R$ 600. Daí pra frente a grita foi geral.

Agora, os esquerdopatas deliram e falam em R$ 1.045 até o fim do ano. Eles sabem ser impossível, porque não existem recursos. Agora o tesouro está sendo administrado com parcimônia, não com a irresponsabilidade petralha que quebrou o país e deixou 12 milhões de desempregados.

Finalizo citando Tom Jobim, “O Brasil não é para principiantes”. Que Deus derrame as mais escolhidas benção celestiais a todos.

Marco Feliciano é pastor evangélico e vice-líder do governo Bolsonaro no Congresso Nacional.
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