Leia também:
X Bolsonaro é vítima de ‘extorsão emocional’ por traíras mimados carentes de holofotes

A líder radical que morreu após aborto legal na Argentina

María del Valle González López tinha 23 anos e veio a óbito em 2021

Marco Feliciano - 27/04/2022 15h23

María del Valle González López Foto: Reprodução/Twitter

Para nós, seres humanos, muitas vezes é difícil entender os desígnios de Deus, mas quero relembrar hoje a história de uma jovem de 23 anos, natural da Argentina, chamada Maria del Valle Gonzáles López. Ela era líder radical pró-aborto na Juventude Radical de La Paz, na província de Mendoza.

Maria se envolveu em uma ocorrência em abril de 2021; mas, com atuais reverberações, a impressão que se tem é que esse evento é recente. Por isso, o histórico dessa notícia a torna atemporal e relevante, pois a jovem militante pró-aborto se submeteu a um procedimento abortivo legal em seu país; mas quis o destino que ela fosse a primeira vítima fatal, após a legalização do aborto na Argentina.

Sob orientação médica, Maria ingeriu 12 comprimidos de Misoprostol. Mas ao ingerir a segunda dose começou a se sentir mal, vindo a apresentar sintomas de septicemia. Seis dias após ingerir a substância, foi a óbito.

A autópsia revelou um distúrbio hemorrágico que gerou um quadro de septicemia generalizada, reação do organismo a uma grave infecção.

Após a legalização do aborto na Argentina, procedimentos como esse se tornaram rotina. Mas precisou que uma militante radical e proativa pelo extermínio de criança inocentes tivesse esse triste fim, servindo de alerta a suas discípulas do risco intrínseco a um aborto. Mesmo quando realizado com acompanhamento médico.

Segundo o doutor Luiz Durant, médico-cirurgião argentino, “o aborto não é uma prática médica e até poucos meses atrás, para a lei argentina, era um ato criminoso”.

Portanto, como cristão, pai e avô, lanço mais um alerta aos abortistas: Reflitam sobre a tragédia que se abateria sobre nossas jovens se legal fosse, em nosso país, esse verdadeiro assassinato de crianças. E, ainda, de roldão jovens mães que sobrevivem carregam traumas psicológicos por toda vida.

Finalizo agradecendo a Deus que permitiu fossem escolhidos, em nosso país, legisladores pró-vida. E peço que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos nascituros do mundo.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

Leia também1 EUA: Governador da Flórida assina lei que restringe o aborto
2 Bolsonaro diz que Lula "aprovará aborto pelo STF" caso seja eleito
3 Bolsonaro sobre aborto: "Lula é genocida de inocentes"
4 “Governo Bolsonaro é contra o aborto”, destaca Queiroga

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.